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Provas Infindáveis de que os Nazistas
Eram Totalmente Anticristãos

“Eu adotei como minha visão,” ele escreveu, “que a doutrina Cristã e o modo de vida que ela deu ao povo foi a causa básica de todo o mal, e que serviu unicamente como um meio de obter ao Judeu a maestria do mundo, que foi dada a ele por Jeová… Por exemplo, o Ditado de Versalhes foi assinado em 28 de Junho de 1919, o quinto aniversário do assassinato do par arquiducal em Sarajevo. Naquele tempo eu não suspeitava do paralelismo das datas, nem tinha ideia das crenças cabalísticas que as haviam determinado. Muito menos eu percebi que o assassinato do par arquiducal havia sido a muito planejado pela fraternidade mundial de Francos-Maçons, com o objetivo de soltar a Guerra Mundial no ano de Jeová 1914, que havia sido decidido na loja do Grande Oriente em Paris e promovida por Roma.”
– General Erich Ludendorff

Ele estava orgulhoso destas revelações, pois elas provaram o que ele sempre havia acreditado em seu coração – que a Alemanha não havia perdido a guerra em batalha justa, mas havia sido derrotada pela Judiaria internacional, Franco-Maçonaria, e as conspirações da Igreja de Roma. – Do livro „O Marechal do Reich: Uma Biografia de Hermann Goering por Leonard Mosley ©1974

“Se o Cristão Católico é convencido de que o Papa é infalível em todos os assuntos religiosos e éticos, então nós Nacional-Socialistas declaramos com a mesma ardente convicção que para nós também, o Führer é absolutamente infalível em todos os assuntos políticos e outros assuntos.”
– Reichsmarschall Hermann Göring

The Face of the Third Reich: Portraits of the Nazi Leadership por Joachim C. Fest © 1970; Translated from the German by Michael Bullock, Página 114

O seguinte foi retirado do livro: “The Third Reich in Power” por Richard J. Evans © 2005

“Em sua mensagem de Páscoa, escrita em 19 de Março de 1935, Clemens von Galen, o Bispo de Münster, lançou um feroz ataque ao livro de Rosenberg. „Há pagãos novamente na Alemanha,‟ ele notou em alarme, e criticou a ideia de Rosenberg da alma racial.” “Galen escreveu pessoalmente a Hitler reclamando dos ataques no clero por líderes Nazistas como Baldur Von Schirach. Compromisso claramente não estava no ar. Apertando os parafusos na Igreja, Himmler e a Gestapo agora começaram a introduzir medidas mis duras contra as organizações e instituições Católicas, limitando encontros públicos, censurando os jornais e revistas Católicos restantes e banindo impressões particulares, e posto Nazistas provados em posições editoriais na imprensa Católica.”

“Em 4 de Novembro, o Ministro [Educacional Regional] tornou as coisas muito piores ao banir a consagração religiosa de novos prédios escolares e ordenar a remoção de todos os símbolos religiosos como crucifixos [e, a propósito, retratos de Lutero] de todos os prédios do estado, municipais e paroquianos, incluindo escolas.”

“Já desde antes da Concordata ser ratificada, o Cardeal Pacelli, o Secretário do Vaticano do Estado em Roma, estava enviando fluxo frequente de longas e circunstancialmente detalhadas reclamações ao governo Alemão sobre tais violações, listando centenas de casos nos quais os camisas marrons haviam fechado organizações Católicas, confiscado dinheiro e equipamento, engajado em propaganda anti-Cristã, banido publicações Católicas, e muito mais. Padres

Católicos foram prejudicados nesta luta, publicamente reclamando a suástica como a „Cruz do Diabo.‟”

“A Câmara de Teatro do Reich começou de 1935 em diante a banir eventos teatrais e musicais patrocinados pela Igreja, argumentando que eles estavam competindo financeiramente e ideologicamente com os concertos e peças patrocinados pelos Nazistas. Por 1937 ela estava banindo as peças de Natal.”

“Após o começo da campanha de Goebbels contra corrupção financeira na Igreja, o tons das relações entre Berlin e Roma se tornaram muito mais afiados. As relações pareciam estar mergulhando em hostilidade aberta. Cultos e sermões da Igreja na Alemanha estavam agora, o

Vaticano reclamou, sendo sujeitados a constante vigilância pelas autoridades…”

“Os problemas vieram a cabeçaquando, alarmados pelos conflitos escalando, uma delegação sênior de Bispos e Cardeais Alemães, incluindo Bertram, Faulhaber, e Galen, foram a Roma em Janeiro de 1937 para denunciar os Nazistas por violar a Concordata.”

“Escrito em Alemão e intitulado Mit brennen Sorge, „com preocupação ardente,‟ela condenava o „ódio‟ e „calúnia‟ derramados sob a Igreja pelos nazistas.”

“Com o objetivo de os minar, no entanto, a Encíclica passou, o governo Alemão estava conduzindo uma „luta de aniquilação‟ contra a Igreja: Com medidas de compulsão ambas visíveis e disfarçadas, com intimidação, com ameaças de desvantagens econômicas, profissionais, cívicas e outras, a fé doutrinal dos Católicos e em particular de certas classes dos servos civis Católicos estão sendo colocados sob uma pressão que é tão ilegal quanto é desumana.”

“Armados desde 1936 com seus novos poderes como Líder da Polícia Alemã, Himmler agora aumentou a campanha contra a Igreja. Junto com seu imediato Reinhard Heydrich, ele colocou agentes secretos nas organizações da Igreja, e escalou a perseguição policial dos clérigos. Houve mais supressão da imprensa diocesana, restrições foram colocadas nas peregrinações e procissões, mesmo orientação de casamento Católica e classes de pais foram banidas porque elas não transmitiam a visão Nacional-Socialista destas coisas.”

“Por 1938 a maioria dos grupos de juventude Católica haviam sido fechados em razão de estarem assistindo na disseminação de „escritos hostis ao estado‟. Ação Católica, da qual os líderes na Alemanha alegadamente mantiveram comunicações com o Prelate Kaas, o antigo líder do Partido Central, foi também banida em 1938. Subsídios estatais para a Igreja foram cortados na Bavária e na Saxônia, e monastérios foram dissolvidos com seus assentos confiscados. Mandados de busca e prisões de padres „políticos‟ foram submetidos a um grave aumento, com um fluxo constante de casos bem publicados de „abuso do púlpito‟ trazidos perante a corte.”

“O Ministro da Propaganda do Reich Goebbels também teve a sua parte. Após a Encíclica, ele intensificou a campanha de publicidade alegando escândalos sexuais envolvendo padres católicos que já havia começado no meio de 1935. Quinze frades foram trazidos perante as cortes em Novembro de 1935 por ofensas contra a lei de homossexualismo em uma casa para doentes mentais na Alemanha ocidental. Eles receberam sentenças de prisão severas e a atenção de infindáveis colunas na imprensa. Outros padres estavam logo sendo julgados por alegadas ofensas sexuais contra menores em casas Católicas para crianças e instituições similares. Por Maio de 1936 a imprensa estava reportando o julgamento em Koblenz de mais de 200 Franciscanos por crimes similares.”

“Focando em alegações de pederastia, a imprensa afirmou que os monastérios eram „terreno fértil de uma epidemia repulsiva‟ que deveria ser erradicada. Por Abril de 1937 mais de mil padres, monges e frades eram ditos de estar aguardando julgamento de tais acusações.”

“… Exigindo da Igreja Católica „tirar a máscara‟, mais do que sugerindo que homossexualismo e pedofilia eram epidêmicos na Igreja como um todo, e não em instâncias isoladas.”

“Particularmente ofensivo, declarou a imprensa,era o fato de que a Igreja defendia os acusados e os tratava como mártires. A medida que mais julgamentos seguiram, o Ministério da Propaganda construiu uma constante campanha para retratar a Igreja como sexualmente corrupta e indigna de ser confiada na educação dos jovens.”

“… Tais coisas somente ocorriam na Igreja, onde, foi sugerido, eles eram um inevitável produto do celibato que era requerido do sacerdócio pela Igreja. A Igreja Católica era uma
‘ferida no saudável corpo racial’ que deveria ser removida, declarou um artigo da imprensa Nazista. A campanha culminou em um discurso furioso pelo próprio Ministro da Propaganda do Reich, dado a uma audiência de 20 mil dos fiéis ao Partido, e transmitida em rádio nacional, em 28 de Maio de 1937, denunciando os Católicos como „corruptores e envenenadores da alma do povo‟ e prometendo que „esta praga sexual deverá ser exterminada, raiz e ramo. Não é a lei do Vaticano que impere aqui entre nós ele avisou a Igreja, mas a lei do povo Alemão.”

“… Os Nazistas agora lançaram uma campanha sustentada para fechar escolas denominacionais e substituí-las com „escolas comunitárias‟ não religiosas, apoiada por votos dos pais.”

“Já começando em 1936, o Cardinal Bertram havia reclamado diretamente a Hitler do

„inaudito terror‟ que estava sendo praticado na Bavária, Württemberg, e em todo lugar. Seu apelo caiu em ouvidos surdos. A campanha continuou. Nós não queremos mais deixar os capelães nos ensinarem! crianças foram reportadas de dizer pelo maior jornal diário Nazistas em 25 de Maio de 1937 sob o título „Classe escolar inteira se defende contra ofensores sexuais em roupas de padre.”

“No verão de 1939, todas as escolas denominacionais na Alemanha haviam se tornado escolas comunitárias, e todas as escolas privadas administradas pelas Igrejas haviam sido fechadas, e os padres a frades que as administravam foram demitidos. Pastores padres foram impedidos de ensinar em escolas primárias em crescente número. Ao mesmo tempo, classes de instrução religiosa foram reduzidas em número.”

“De maneira distinta, o Ministério da Educação desenhou planos de unir ou fechar muitos dos cursos teológicos nas universidades, em quanto a partir de 1939 postos teológicos em faculdades de treinamento de professores que se tornavam vazios não foram mais preenchidos, por ordem do Ministério da Educação em Berlin. Em poucas áreas, notavelmente em Württemberg, onde o Ministro Educacional Mergenthaler era fortemente anti-Cristão, houveram tentativas de abolir instrução religiosa e substituí-la com classes da visão de mundo Nazista. O regime não sucedeu em abolir educação religiosa de uma vez em 1939, mas suas intenções a longo termo haviam se tornado abundantemente claras por esta data. O poder da Igreja Católica na Alemanha, como aquele da contraparte Protestante, haviam severamente minados por 1939. Havia sido intimidado e perseguido até que começou a baixar o tom de suas críticas ao regime por medo de que ainda pior podia acontecer. Ameaças difundidas de prisão, reportou um oficial do governo no fim de 1937, haviam produzido uma „limitação cautelosa da parte do clero‟. Em algumas áreas, a Gestapo liderou a campanha anti-Igreja e rapidamente sucedeu em jogar a Igreja Católica fora da vida pública.”

“De Roma, o Cardeal Pacelli continuou a enviar intermináveis cartas de reclamação ao governo Alemão o acusando de continuas violações da Concordata. No entanto, apesar ele contemplasse em assim fazer em Setembro de 1937, Hitler no fim absteve-se de repudiar abertamente a Concordata. Não valia a pena o risco de despertar a hostilidade do Vaticano e os protestos dos estados Católicos, particularmente a Áustria, no estado crescentemente delicado de relações internacionais no fim dos anos 30. Privadamente, no entanto, o

Ministério do Exterior não escondia o fato de que considerava a Concordata como „fora de tempo‟ por conta de suas provisões, particularmente a respeito da educação, serem „fundamentalmente opostas aos princípios básicos do Nacional-Socialismo‟. Era mais fácil proceder com calma e sorrateiramente e evitar toda menção a Concordata. Em público, Hitler continuou a clamar pela lealdade da Igreja e a destacar que ela ainda recebia apoio estatal substancial. A longo prazo, no entanto, ele deixou claro em privado que ela seria completamente separada do estado, privada de sua renda de taxas estatais, e tornada um corpo puramente voluntário, junto com seu equivalente Protestante. Como Rosenberg declarou em 1938, agora que os jovens estavam sob o controle da Juventude Hitlerista e do sistema educacional Nazificado, o punho da Igreja sob sua congregação seria quebrado e as Igrejas Católicas iriam desaparecer da vida do povo em sua forma presente. Este era um sentido do qual o próprio Hitler não descordava.”

“Baldur von Schirach clamando a juventude em 1934 para deixar as organizações de juventude Católica para se juntar a Juventude Hitlerista, declarou que o caminho de

Rosenberg é o caminho da juventude Alemã. Em Julho de 1935, no auge da controvérsia dos ataques de Rosenberg às Igrejas, um orador falou a um encontro da Liga de Estudantes

Nazistas em Bernau: „Ou se é um Nazista ou um Cristão comprometido. Cristianismo, ele disse, „promove a dissolução dos laços raciais e da comunidade racial nacional… Devemos repudiar o Novo e Antigo Testamento, já que para nós a ideia Nazista somente é decisiva.

Para nós há um exemplo, Adolf Hitler a ninguém mais.”

“Tais ideias anti-Cristãs eram difundidas na Juventude Hitlerista e formavam uma parte cada vez mais importante do programa do Partido para a doutrinação dos jovens. Crianças recebendo lanches da organização de bem-estar Nacional-Socialista em Colônia, por exemplo, eram obrigados a recitar uma oração antes e após a refeição, a qual substituía o nome do Führer pelo nome de Deus quando agradecimentos eram dados.

Em um campo de treinamento para crianças em Freusberg, lhes eram dito que o Papa era um meio-Judeu, e que eles tinham que odiar o „ensinamento Judeu, racialmente estranho do Cristianismo‟, que era incompatível com o Nacional-Socialismo. A mãe de um jovem Hitlerista de doze anos de idade encontrou o seguinte texto em seu bolso quando veio para casa em uma tarde; a canção era também cantada em público pela Juventude Hitlerista em 1934 na Reunião do Partido em Nuremberg:

Nós somos a alegre Juventude de Hitler,
Não precisamos de nenhuma „verdade‟ Cristã
Pois nosso Líder Adolf Hitler, nosso Líder
Sempre nosso intercessor.

O que quer que os padres Papistas possam tentar,
Somos filhos de Hitler até morrermos;
Não seguimos a Cristo, mas a Horst Wessel.

Fora com incenso e água benta!
Como filhos de nossos antepassados de outros tempos
Marchamos enquanto cantamos com os estandartes no alto.
Eu não sou um Cristão, nem um Católico
Eu vou com a SA no fino e no grosso

Não a cruz eles cantavam, mas „a suástica é redenção na terra.”

“[Tal propaganda] também propagava uma feroz ética anti-Cristã da qual a virulência e potência não deveriam ser subestimadas. Assistindo um jovem membro da Juventude de Hitler entrar em uma classe em Munique, em Agosto de 1936, Friedrich Reck-Malleczewen observou como seu olhar caiu sobre o crucifixo balançando atrás da mesa do professor, como em um instante sua face jovem e suave se contorceu em fúria, como ele derrubou esse símbolo, para o qual as catedrais na Alemanha, e as progressões de São Mateus são consagradas, do muro e o jogou pela janela na rua… com o grito: „Fique lá, seu Judeu sujo!‟”

“E haviam outras francas figuras anti-Cristãs dentro da liderança Nazista além de Schirach. Paganismo aberto no Partido, patrocinado por Erich Ludendorff nos anos 20, não desapareceu com a fundação de sua Liga de Tannenberg em 1925 e sua expulsão do Partido dois anos depois. Robert Ley, líder da Frente Trabalhista, foi ainda mais longe do que Rosenberg em seu desdém pelo Cristianismo e sua rejeição pela Divindade de Cristo, apesar de que não o seguiu em criar uma religião substituta. Uma figura mais consistentemente pagã na elite Nazista era o expert da agricultura do Partido, Richard Walther Darré, do qual a ideologia de ‘sangue e solo’ fez tamanha poderosa impressão em Heinrich Himmler. Darré acreditava que os Teutônicos medievais haviam sido enfraquecidos por sua conversão ao Cristianismo, o qual ele afirma havia sido forçado neles pelos afetados Latinos do Sul da Europa.”

“Como um plano da SS colocou em 1937: Vivemos na idade do confronto final com o

Cristianismo. É parte da missão da SS dar ao povo Alemão para os próximos cinquenta anos as fundações ideológicas não-Cristãs para um modo de vida apropriado ao seu caráter.”

“As famílias dos homens da SS foram ordenadas por Himmler a não celebrar o Natal, mas ao invés disso o Midsummer. Cristianismo, Himmler iria declarar em 9 de Junho de 1942, era a maior das pragas.”

“O Ministério do Interior decidiu que as pessoas deixando a Igreja poderiam se declarar como ‘Deístas’ [gottgläubig], e o Partido decretou que os titulares de cargos públicos não poderiam simultaneamente ter um cargo na Igreja Católica ou Protestante.”

“Esse processo foi acelerado por uma progressiva série de medidas empurradas pelo cabeça do escritório energicamente e fortemente anti-Cristão de Rudolf Hess, Martin Bormann, banindo padres e pastores de participarem dos assuntos do Partido, ou mesmo, após Maio de
1939, de pertencer a ele.”
“Permaneceu o caso de que o Partido Nazista estava em seu caminho de separar todos os laços com o Cristianismo organizado no fim dos anos 30.”
“Dentre trabalhadores Católicos no Ruhr, em contraste, haviam relatórios de preocupações de que o sucesso de Hitler iria levar a uma campanha ainda mais implacável contra a Igreja.”

As citações seguintes são do livro “book “The Spear of Destiny” por Trevor Ravenscroft ©1973

“Ao contrário de Padres Romanos Católicos [„Parasitas Malevolentes‟] e Pastores Puritanos [„submissivos como cães que suam em constrangimento quando você fala a eles], Hitler se recusou a aceitar a história dos antigos Hebreus em qualquer forma de significância positiva na longa história da humanidade.”

“Não havia necessidade em sua concepção de avaliar o valor do Cristianismo porque

Nietzsche já havia o feito em perfeição em uma analise maestral dessa religião „para escravos, fracos e o resíduo desidratado da escória racial!‟”

“Heilscher foi também responsável por criar o „Ritual do Ar Sufocante‟ no qual membros selecionados da SS juravam fidelidade irreversível a poderes Satânicos. Houvessem os Nazistas vencido a guerra, Heilscher poderia muito bem ter se tornado Sumo-Sacerdote de uma nova religião mundial que teria substituído a Cruz com a Suástica.”

“Hitler odiava Cristo e sentia apenas desprezo e desdém por todas as metas e ideais Cristãos.”

[Dietrich-Eckart]
“Ainda aqueles que lhe viram aparentemente imerso na roda social gay dos Bierkellers de

Munique nunca imaginaram que por traz da fachada jovial desse Oficial veterano do Exército estava escondido um Satanista dedicado, o supremo adepto das artes e rituais de Magia Negra e a figura central em um círculo poderoso e difundido de ocultistas – o Grupo Thule.”

[Após a guerra quando capturado pelos „aliados‟] “Em visão total dos guardas das celas condenadas, que estavam vigilantes principalmente com a passagem de venenos através dos quais suas acusações podiam escapar da forca, Wolfram von Sievers ajoelhou-se em reverência enquanto Heilscher encantou as palavras da uma Massa Negra, um hino final de adoração aos poderes do mau aguardando por sua alma no outro lado do túmulo.”

“Eckart estava a procura de um tipo bem diferente de pupilo. Ele disse aos seus caros adeptos no Grupo Thule que ele havia pessoalmente recebido um tipo de anunciação Satânica de que ele estava destinado a preparar o barco do Anti-Cristo, o homem inspirado por Lúcifer para conquistar o mundo e liderar a raça Ariana para a glória.”

Quando Dietrick Eckart estava morrendo em 1923, el disse, “Sigam Hitler! Ele dançará, mas sou eu quem deu o ritmo. Eu o iniciei na „Doutrina Secreta‟, abri seus centros de visão e lhe dei os meios para se comunicar com os Poderes. Não chorem por mim: eu devo ter influenciado a história mais do que qualquer outro Alemão.”

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