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Teoria da “Origem na África”
Oficialmente Derrubada

Fonte: http://atlanteangardens.blogspot.ca/2014/05/out-of-africa-theory-officially-debunked.html

Evidência científica que refuta a teoria da gênese africana da humanidade moderna é de conhecimento comum entre os que estão familiarizados com os mais recentes trabalhos científicos sobre o genoma humano, DNA mitocondrial e cromossomos Y. Lamentavelmente, dentro da grande imprensa e círculos universiários, parece haver um notável – e ousamos dizêr – vácuo deliberado quando se trata de publicar notícias sobre estes estudos recentes e suas implicações óbvias.

O historiador australiano Greg Jefferys explica que “todo o mito da origem na África tem suas raízes na campanha acadêmica popular na década de 1990 para remover o conceito de raça. Quando eu fiz a minha licenciatura, todos eles passaram muito tempo na teoria da origem na África, mas ela foi completamente refutada pela genética. Os meios populares ainda se prendem a isso.”

Isso começou no início dos anos 90. E os acadêmicos mais responsáveis para cimentar a teoria da “origem na África” e a complementar “mãe ancestral comum Africana” – que ganhou o nome de “Eva” – na arena pública e quase todos os currículos, foram os professores Alan C. Wilson e Rebecca L. Cann.

Em sua defesa, os autores deste trabalho estavam plenamente conscientes de que a genealogia não é de forma alguma ligada à geografia, e que a sua colocação de “Eva” na África era uma suposição, não uma afirmação.

Um papel muito recente sobre cromossomos Y publicado em 2012 [Re-Examinando a Teoria da “Origem na África” e a Origem dos Europeóides (Caucasianos) à Luz da Genealogia por DNA, escrita por Anatole A. Klyosov e Igor L. Rozhanski] só confirma a negação de qualquer ascendência Africana em não-africanos, e apoia fortemente a existência de um “ancestral comum” que “não seria necessariamente vindo da África. Na verdade, nunca foi provado que ele viveu na África”. http://www.scirp.org/journal/PaperInformation.aspx?paperID=19566

O foco central aos resultados deste exame extensivo de haplogrupos (7556) foi a ausência de genes africanos. Também em falta foi a amostragem de envolvimento genético africano, os pesquisadores afirmaram na sua introdução que “a constatação de que os haplogrupos europeóides não descendem de haplogrupos africanos A ou B é apoiada pelo facto de que portadores dos (genes) europeóides, como também nenhum dos grupos não-africanos carregam qualquer dos SNI M91, P97, M31, P82, M23, M114, P262.”

Com os haplogrupos não presentes em quaisquer genes africanos e uma ausência de dezenas de marcadores genéticos africanos, é muito difícil, quase impossível sustentar qualquer ligação à África. Os pesquisadores insistem em que seu extenso estudo “oferece evidências para reexaminar a validade do conceito de origem na Africa”.

Eles não veem nenhuma prova genética que fundamenta uma precedência africana na árvore do Homo sapiens, e sustentam que “a interpretação mais plausível pode ter sido a de que ambos os africanos atuais e os não-africanos descendam separadamente de um ancestral comum muito mais antigo, formando assim uma ramificação excepcional”.

Nós consideramos a alegação de “uma explicação mais plausível” como uma subestimação grosseira, uma vez que não há absolutamente nada plausivelmente africano vindo de quaisquer tubos de ensaio. Na verdade, os pesquisadores fizeram nota de sua ausência repetida afirmando que “nenhum participante não-africano dos mais de 400 indivíduos no projeto deu positivo para qualquer um dos treze subtipos africanos do haplogrupo A”. A única incerteza remanescente refere-se à identidade deste tal “ancestral comum muito mais antigo”. Tudo o que se pode afirmar com segurança é que o ancestral da humanidade não viveu na África.

Acusações infundadas de racismo têm se tornado comum, pois a hipótese afrocêntrica prevalecente é constantemente desafiada pelo crescente montante de evidências científicas conflitantes, especialmente no campo da evolução da genética.

Agora é facto cientificamente irrefutável de que a “espécie humana” contenha uma quantidade substancial de DNA (pelo menos 20%) de outras populações de hominídeos não classificados como Homo sapiens; como Neandertal, Denisovan, Africano arcaico, Homo erectus e agora, possivelmente, até mesmo “Hobbit” (Homo floresiensis).

Se não receber medicamentos para prevenir mortalidade infantil, o corpo de uma mãe RH negativa grávida vai atacar, tentar rejeitar, e até mesmo matar sua própria prole se ela é de um homem RH positivo.

O cão doméstico (Canis lupus familiaris) é uma subespécie do lobo cinzento (Canis lupus), e ambos produzem híbridos.

Existem muitos outros exemplos de onde duas espécies separadas (por exemplo, com diferentes números de cromossomos) também podem produzir descendência viável, mas são consideradas espécies separadas. Dito isto, a humanidade tem se mostrado, geneticamente falando, uma espécie híbrida a qual nem todos partilham da mesma ascendência de caçadores-coletores da África.

Sequenciamento de genomas recentes antigos sugere que o cruzamento se passou entre membros de vários grupos semelhantes a humanos antigos mais de 30.000 anos atrás, incluindo um ancestral humano até agora desconhecido. “Houve muitas populações de hominídeos”, afirma Mark Thomas, geneticista evolutivo da Universidade College London.

Recentes estudos genéticos estão divulgando manchetes chocantes sobre como os seres humanos antigos “galopantemente cruzaram” e se entregaram a sexo interespécie com várias sub-raças mistériosas em um mundo estilo “Senhor dos Anéis” de diferentes criaturas, incluindo DNA misterioso, nem humano nem neandertal, ainda não identificado.

A CRIAÇÃO DA HUMANIDADE

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