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Maomé Nunca Existiu

Tem havido pouquíssimas pessoas no passado que tiveram a coragem de desafiar a autenticidade de “Maomé” do islamismo e pouca investigação foi feita sobre o assunto. No entanto, quando se é analisado, torna-se cada vez mais evidente que, assim como o “Jesus” do cristianismo, Maomé é também um personagem falso, fabricado para nenhum outro fim senão a destruição, profanação e remoção do verdadeiro conhecimento antigo dado à humanidade pelos Deuses e a consequente escravização dos povos gentios.

O Islão e seu falso “profeta” têm amontoado tristeza e sofrimento indizíveis à humanidade a partir do momento de sua criação. Basta olhar para o Oriente Médio e outras regiões e países dominados pelo islamismo para ver que isso é verdade. A pobreza, guerra, destruição, as práticas anti-vida, o abuso de mulheres e crianças, a total falta de privacidade e liberdade pessoal, a sujeira, a ignorância e a violência nessas áreas têm suas raízes no Islão e seu Maomé. Para livrar o mundo e as pessoas gentias deste sofrimento, o mundo deve livrar-se da mentira que é Maomé.

Há toneladas de evidências para provar que essa personagem nunca existiu. O que mais se destaca claramente é o facto de que a única das chamadas “dontes ancestrais” de informações sobre a vida de Maomé são extremamente questionáveis e nunca foi possível ser comprovado precisa e autenticamente.

Como um exemplo, a primeira “biografia” de Maomé não deixou nenhuma cópia sobrevivente, e mesmo assim é datada de pelo menos 100 anos depois de sua suposta morte. Muito suspeito, para dizer o mínimo, e a questão tem que surgir, se este era um personagem tão importante quanto o islamismo afirma, por que as pessoas esperam 100 anos para documentar a sua vida e conquistas? Além disso, considerando o facto de Maomé já havia morrido 100 anos na época, a biografia não poderia ter sido escrita por alguém que o conhecia pessoalmente e, portanto, a precisão teria sido extremamente questionável. Esta biografia é conhecida apenas porque ele é mencionado em textos muito mais tarde, e não há cópias ou qualquer coisa do tipo que já foram encontradas para provar a sua existência. Por quê? Porque ele nunca existiu, em primeiro lugar.

Há muitos mais exemplos como este. O mesmo que com o “Jesus” do cristianismo, o único lugar em que a vida e a existência de Maomé estão documentadas está dentro do Alcorão islâmico. Fora isso, não há nada. Um erudito escreveu: “É um facto marcante que tais provas documentais, como as remanescentes do período Sufyanid, não fazem qualquer menção ao mensageiro de Deus. Os papiros não se referem a ele. As inscrições em árabe nas moedas árabe-sassânidas apenas invocam Alá, não a seu rasul (mensageiro), e as moedas de bronze árabe-bizantinas em que Maomé aparece como rasul de Alá, anteriormente datadas do período Sufyanid, não foram colocadas naquelas do Marwanids. Mesmo as duas lápides pré- marwanida remancescentes deixam de mencionar o rasul.”

O Alcorão e pseudo-biografias deste suposto profeta afirmam que ele era muito conhecido, e que as pessoas, muitas das quais eram poderosas no mundo político da época, viajaram de todo o mundo para testemunhar seus “milagres” e ensinamentos. Se assim fosse, haveria muita documentação remanescente para nós investigarmos, e seria um facto histórico conhecido.

Temos centenas de documentações de Alexandre o Grande, Cristóvão Colombo, todos os faraós egípcios e outras pessoas poderosas e influentes da história que viu e interagiram com eles, porque eles eram pessoas reais que existiam em tempo real e estavam envolvidos em eventos que realmente aconteceram. É da natureza humana documentar eventos e experiências a fim de preservá-los para as gerações futuras aprenderem. No entanto, como dito acima, nenhuma documentação deste homem Maomé ter existido fora dos textos islâmicos, que não podem ser apresentadas como prova de sua existência.

Quanto às inscrições sobre moedas árabe-sassânidas a citarem “Alá”, que já foi provado que o nome “Alá” foi ROUBADO do título pagão antigo para o Deus ou Deusa chefe de uma área, que era Al-Ilah. O Al-Ilah foi o “Deus Supremo” de uma região. A Deusa Lua Sin recebeu este título em grande parte da antiga Arábia e muitas ligações foram feitas entre Sin e “Alá”, apenas devido ao facto de que o Islão ROUBOU este. Isso vai muito mais adentro, no entanto vou abordar, isso em um artigo totalmente separado em um futuro próximo.

Por outro lado, a documentação histórica real que temos está em contradição com a versão islâmica da história, que mais uma vez prova que o Islão e seu Maomé são falsos.

Como um pequeno exemplo, de acordo com a história apresentada pelo Alcorão e outros textos islâmicos, o Islão se espalhou por boa parte da Arábia pacificamente e por conversões dispostos de centenas de pessoas. No entanto, a documentação histórica nos diz que este não é o caso e que a era conhecida como a conquista islâmica foi uma época de guerra brutal e selvagem perpetrada pelos portadores do islamismo contra os povos pagãos que residiam na Península Arábica e países do Leste, como a Índia na época. Templos pagãos tiveram que ser destruídos, milhares e milhares de antigos textos sagrados cheios do conhecimento dos Deuses foram destruídos, o Sacerdócio Pagão foi brutalmente torturado e assassinado, as cidades foram sitiadas e levadas ao chão e centenas e milhares de pessoas morreram como resultado da propagação do islamismo.

Vários outros artefactos que foram encontrados flagrantemente contradizem o que o Islão tem apresentado como história e revelam factos completamente diferentes.

Afora isso, mais uma vez, podemos expor as mentiras do islamismo através de sua conexão com o cristianismo. Este foi provado ser falso. Tudo o que o cristianismo tem foi descaradamente ROUBADO do paganismo antigo com o propósito da escravidão e eventual destruição do nosso povo gentio. Há, literalmente, milhares de provas para isso. Basta ler todos os artigos contidos em expondocristianismo.weebly.com pela Suma Sacerdotisa Maxine Dietrich e ver que isso é verdade, eu também recomendo o livro “The Christ Conspiracy, The Greatest Story Ever Sold”, por Acharya S.

Quando o inimigo formou sua trindade de mentiras, deram-lhe uma grande falha, isso é, o facto de que todos os três estão inegavelmente e irrevogavelmente ligados. Assim, quando um cai, o outro tem que descer consigo. Pelo menos por uma grande extensão.

O personagem Maomé disse ter sido descendente de Ismael, filho de Abraão (nota: Maomé foi sempre descrito como um judeu, e não um árabe/gentio!). “Abrão” foi comprovado ser fictício e foi uma corrupção roubada do Deus hindu Brahma. Isto foi discutido em Expondo o Cristianismo.

À medida que a história judaica roubada e corrompida se desenrola, Abraão era famoso por seus “muitos filhos”. Esta é uma corrupção descarada de Brahma e suas “muitas formas”. Além disso, a conexão pode ser feita quando tu olhas para “Abrão e sua esposa Sarai/Sara”. Este foi roubado de Brahma e sua esposa Saraswati, a Deusa Hindu do Conhecimento. Mais uma vez, como todos os personagens fictícios inventados pelos inimigos judeus, não há absolutamente nenhuma prova física de que Abraão tenha existido, ou que o seu assim chamado filho Ismael jamais existiu. É seguro assumir que qualquer outra pessoa que afirmou ser descendente deles nunca existiu e, portanto, torna-os fictícios.

Ao ligar Maomé com os personagens judeus, é mais uma mensagem subliminar da supremacia judaica sobre os gentios. Este é todo o propósito de invenção de Maomé. Para escravizar o povo gentio que foi cegado pela mentira do islamismo e colocá-lo sob o poder dos inimigos judeus e seus mestres. Simples assim.

Muitos de outro supostos membros da família de Maomé também não são nada mais do que as versões roubadas e corrompidas de antigos Deuses pagãos. Um bom exemplo é “Fátima”, a suposta filha de Maomé, que foi ROUBADA da Deusa Inanna/Isis/Al-Uzza. Ela deveria ser retratada como “divina” mãe fértil, e a divindade feminina. Embora, a considerar como terrivelmente as mulheres são tratadas no islamismo, qualquer reverência de “divindade feminina” é uma contradição total. Não obstante, a personagem Fátima é roubada da Deusa Al-Uzza, a Deusa árabe da fertilidade, maternidade e o planeta Vénus, entre outras coisas. Al- Uzza era a Divindade Feminina árabe original e a mãe sagrada. O Islão tomou esta e terrivelmente corrompeu-a em “Fátima”, o chamado modelo islâmico de mulher/mãe e o papel ideal para as mulheres viverem. Isso não é diferente do cristianismo onde a virgem- judia Maria também foi roubada de Inanna/Isis/Al-Uzza. Uma vez mais, é um tema comum em todos os programas inimigos.

Assim como este, Maomé acompanhado de seus quatro membros da família, Ali, Fátima, Hassan e Hussein podem ser vistos como uma Alegoria Espiritual corrompida (roubada). Os cinco juntos são uma representação e a corrupção dos Cinco Elementos da Alma. Maomé, Ali, Fátima, Hassan e Hussein = Akasha, Fogo, Água, Ar e Terra, os elementos que compõem tudo o que existe, as forças centrais do Universo. Estas cinco personagens são as personagens centrais do islamismo. Da mesma que o Akasha “deu a vida” ao Fogo e Água, que ainda se juntou e deu à luz ao Ar e Terra, Maomé (Akasha) deu vida a Fátima que se casou/juntou-se com Ali (Fogo e Água) e eles por sua vez, deram à luz Hassan e Hussein (Ar e Terra). A corrupção alquímica/espiritual é evidente aqui, e também é evidente que estes nunca foram pessoas reais, mas alegorias roubadas.

Há inúmeros outros exemplos como este. Outro são os “12 Imames”, que são uma extorsão das 12 constelações do zodíaco e as 12 grandes Eras que os acompanham. No entanto, vou escrever sobre isso em muito mais detalhe em um artigo posterior.

O Alcorão faz muitas mais conexões entre Maomé e outros personagens que são provadamente fictícios. Um exemplo é Moisés/Musa, que é roubado de numerosos Deuses pagãos antigos, como os Deuses egípcios Set e Hórus. Para mais informações sobre isso, consulte expondocristianismo.weebly.com
Maomé também é frequentemente comparado ao e conectado ao “Jesus” cristão, que mais uma vez foi 100% comprovado ser roubado e fictício. Novamente, veja Expondo o Cristianismo. Um personagem que é constantemente comparada e tão profundamente ligado a personagens fictícios é em si fictício.

Os eventos supostamente ocorreram durante a vida de Maomé também não são nada mais do que corrupções alquímicas. Aqui estão apenas alguns exemplos (há muitos para listar aqui, mas mais será tratado em um artigo separado):

  • O Alcorão relata que quando Maomé era apenas uma criança, dois homens apareceram a ele e abriram seu peito, recuperaram seu coração e retiram-lhe um “coágulo negro”, que jogaram fora. O “coágulo negro” é a Pedra Filosofal. A Pedra Filosofal foi muitas vezes descrita como “negra”, ou seja, a “Pedra Negra” referida em muitos escritos alquímicos. “Preto” refere-se ao processo alquímico antes da pedra se transformar e se tornar branca. O preto é base/chumbo. Como já foi dito antes, a Pedra Filosofal é contida dentro do chakra cardíaco, assim o porquê de eles terem “removido de seu coração”. Note como Islão remove a Pedra Filosofal (Verdadeiro Poder Satânica, Divindade etc.) e “lança-a fora”. Esta é uma poderosa mensagem subliminar.
  • O “anjo” (inimigo nórdico) Gabriel aparece ante a Maomé, atinge o lado de uma colina e faz uma fonte jorrar adiante. Com isso, ele instrui Maomé sobre como realizar ritual de purificação, também a ensina-lhe as posturas de oração, “posicionamento, inclinação, prostração e sentar” a ser acompanhado por repetições de nomes sagrados. Este foi tirado diretamente de yoga e práticas antigas de mantra do Extremo Oriente! Qualquer pessoa que pratica Yoga e Meditação será capaz de ver isso facilmente, as posturas que são realizadas junto com Mantras/Palavras de Poder a fim de aumentar drasticamente a bio-eletricidade. Embora, no Islão, a energia elevada seja invertida e dirigida não para a pessoa que executa as posturas e mantras, mas para o pensamento-forma inimigo. Assim como este, “atingir uma colina, a fazer com que uma fonte jorre” é uma corrupção alquímico. Os chakras foram muitas vezes retratados alegoricamente como colinas e montanhas em vários textos antigos em todo o mundo, devido à sua forma verdadeira. A “fonte” refere-se aos elixires alquímicos que são liberados e “pingam” dos chakras durante o Magnum Opus.
  • Maomé realiza um “milagre”, dividindo a Lua Cheia em duas metades, fazendo com que uma metade da Lua de brilhe em ambos os lado da montanha. Mais uma vez, a montanha representa os chakras, e a Lua dividida em dois representa as duas polaridades da alma.
  • O “Isra e Mi’raj”, A Viagem Noturna e a ascensão através dos Sete Céus. Todo esse evento é uma corrupção alquímica e tirado da elevação da Serpente Kundalini através dos sete chakras. A palavra Mi’raj significa escada, que se refere à coluna vertebral onde a Serpente se eleva. O Alcorão relata como Maomé montou um Cavalo Alado (Um símbolo alquímico antigo!) Para os “Círculos do Céu”: os chakras. Ele é levado através de cada um, até que finalmente, depois de passar pelo Sétimo Céu, ele se encontra com “Deus”. É por demais evidente que esta é uma corruptela de alcançar a “iluminação”, quando a Kundalini sobe para o sétimo chakra (coronário).

Como eu disse acima, existem muitos outros exemplos disso. A alquimia roubada e corrompida é surpreendente e flagrante em todo o Islão e seu Alcorão. Isto não só prova Maomé é falso, mas também prova que o Alcorão é falso. Ao longo de suas páginas, ele professou esses personagens e eventos como reais, ainda que tenha sido provado que, pelo contrário, todos esses personagens são fictícios e roubados. Tudo o que o Islão tem, assim como o cristianismo, foi roubado e corrompido das religiões pagãs que são milhares de anos mais antigas.

Fontes:
* Muhammad Sven Kalisch, German Muslim states “likely muhammad never existed”
* Muhammad: his life based on the earliest sources, Martin Lings (Abu BakarSiraj al-Din)
* Alcorão

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