Skip to content

A Criação Judaica do Cristianismo

Protocolo Nº 14:
“Quando vier o nosso reinado, será indesejável para nós que haja qualquer outra religião que a nossa, do Único Deus, com o qual o nosso destino está ligado pela nossa posição como o povo eleito, e por meio de que o nosso mesmo destino esteja unido com os destinos do mundo. Devemos, portanto, varrer todas as outras formas de crença. Se isso faz nascer os ateus que vemos hoje, não o será, sendo apenas uma fase de transição, interferir com nossos pontos de vista, mas servirá como um aviso para aquelas gerações que darão ouvidos à nossa pregação da religião mosaica que, pelo seu sistema estável e completamente elaborado, fez todos os povos do mundo em sujeição a nós.”

Ambos os programas cristão e islâmico adoram os judeus na forma de seu “deus” e seus alegados profetas, daí a prisão dos gentios aos judeus nos níveis inconsciente e consciente. Os conflitos externos são superficiais e muitos são espetáculo. Ambos os programas são construídos sobre a Torá judaica e forçam as leis de Noé (mosaicas) sobre os gentios. Assim, em conformidade com os planos declarados judaicos para prender os gentios à servidão sob o domínio deles.

“Em 380 dC., o Imperador Teodósio declarou o Cristianismo como a religião oficial do Estado Romano, e todos os cultos pagãos foram proibidos.”

Este artigo trata de como os judeus criaram o cristianismo em fases e ganharam poder no antigo Império romano em geral. Para chegar a esse ponto, os judeus criaram esta ideologia em Alexandria – a Nova Iorque judaica da época.

“Houve uma série de irmandades judaicas, muitas das quais acreditavam que eram ‘eleitos de Deus’, e que a salvação viria através deles. Seu agente princípio da salvação (Yeshua) era o Messias (Kristos), e nas comunidades judaicas influenciadas pela cultura grega (‘helenizadas’), este messias foi descrito não como um guerreiro, mas como uma entidade espiritual e mística. Desta forma, não só os romanos e os gregos seriam derrubados, mas assim também seriam seus Deuses, substituídos pelo deus judeu tribal Yavé… Estas várias seitas judaicas tinham a intenção de criar uma filosofia ou religião que iria manipular os gentios para o ‘monoteísmo’ do judaísmo e longe da ‘idolatria’, ou politeísmo, com a consciência de que aqueles que possuíam as chaves a um deus monoteísta iria dominar na religião e a cultura em geral…

Um grupo destes ‘judeus por nascimento’… Foi a dos Terapeutas de Alexandria.” – Acharya S., “Suns of God”

Mais informações sobre a cidade e sua população judaica:
“Os judeus estavam entre os primeiros ocupantes da cidade recém-fundada de Alexandria a partir do século IV aC. Com novos influxos posteriores ao convite do Ptolomeu, como revelado pelo antigo historiador Strabo (63/64 aC – 24 dC), Alexandria representava por sua vez o maior centro comercial em todo o mundo. Alexandria, durante o primeiro século da era comum era, portanto, uma próspera metrópole que se estendia em todas as direções e cujas pessoas influenciaram todo o Mediterrânico, inclusive no importante campo da religião.

No primeiro século, Alexandria disputavam com Roma para ser a maior cidade do Império Romano. Mais de meio milhão de pessoas viviam em seus cantos cosmopolitas de 6,5 km². Foi um importante centro de comércio e transporte marítimo internacional.

Parece claro que a população judaica da cidade era grande e se espalhava em todas as cinco áreas…

Tão considerável era a população judaica em Alexandria que Filo, um membro de uma das mais ricas famílias judias naquela metrópole, estimou que em sua época, os judeus constituíam cerca de 50 por cento da cidade. Além disso, a população judaica em Alexandria era tão grande e poderosa que os judeus possuíam a sua própria tesouraria e Tribunal de Justiça.”
D. M. Murdock, “Crist in Egypt”

Esta personalidade, Filo, desempenhou um papel importante no trabalho de subverter a cultura gentia hospedeira, sem dúvida, usando sua riqueza e influência para fazê-lo e ele próprio como sendo parte desta organização dos Terapeutas, que declararam que seu objectivo era derrubar os gentios e atá-los ao jugo judaico através de uma ideologia que sequestra a religião. Um Karl Marx de sua época.

“Filo foi aparentemente um Terapeuta, com base num número de factores, não menos de que ele estava bem informado sobre os mitos e rituais da escola de Mistério de Alexandria… Além disso, o provável envolvimento de Filo com a Igreja Terapeuteana de Deus se reflete no facto de que os posteriores ‘escritos cristãos’ foram fortemente ‘emprestados’ pelo filósofo judeu. Filo era a ponte entre o judaísmo e o cristianismo helênico.” – Acharya S.

“Ele (Filo) veio de uma rica e proeminente família e parece ser um líder em sua comunidade… O irmão de Filo, Alexander, era um rico e importante funcionário do governo romano, um agente personalizado responsável pela coleta de dívidas em todas as mercadorias importadas do Oriente para o Egipto.”

Observe a tática judaica típica de tentar injetar mentiras e afirmações de supremacia judaica em todas as culturas gentias exemplificadas por este judeu:

“Ele (Filo) apresenta os ensinamentos do profeta judeu Moisés como ‘o ápice da filosofia’ (Op. 8), e considerou Moisés como professor de Pitágoras (nascido em cerca de 570 aC) e de todos os filósofos e legisladores (Hesíodo, Heráclito, Licurgo, para citar alguns) gregos. Fara Filo, a filosofia grega era um desenvolvimento natural dos ensinamentos revelados de Moisés. Ele não era um inovador nesse assunto, porque antes dele, estudiosos judeus tentaram o mesmo. Artapanus, no segundo século aC, identificou Moisés com Musaeus e com Orfeu. Segundo Aristóbulo de Paneas (primeira metade do segundo século aC), Homero e Hesíodo derivaram dos livros de Moisés que foram traduzidos para o grego muito antes da Septuaginta.”

Até o personagem Moisés foi roubado do Deus gentio Baco, que é um termo romanizado para Dioniso, e adorado no Egipto como Osíris.

Mais informações desta ordem:
Foi em Alexandria que os judeus vieram pela primeira vez de forma tão poderosa, sob a influência do helenismo, e aqui que a filosofia greco-judaica peculiar surgiu de Filo, que foi seu representante mais notável.

“Muitos judeus naquela cidade eram ‘helenizantes’, da forma como os judeus fazem hoje, a adoptarem e viverem dentro da cultura ou culturas ao redor deles, neste caso, a grega, que era dominante na época em questão. Como a Enciclopédia Internacional da Bíblia Padrão afirma:
De facto, o judaísmo helenístico teve seu ‘cargo chefe’ em Alexandria, onde a Bíblia judaica também foi traduzida para o grego e chamada de Septuaginta.

Um grupo de judeus helenizantes, ou melhor, ‘hebreus da moda’, foi considerado como os ‘Terapeutas’, um tipo de comunidade monástica centrada em Alexandria, com semelhante grupos em outros lugares ao redor do Mediterrânico. Os Terapeutas em Alexandria foram mencionados pela primeira vez com este nome por Filo em sua obra De Vita Contemplativa.”

“Vivendo tão perto Alexandria, o grande centro de aprendizado, os Terapeutas possuíam uma tremenda influência e também riqueza significativa.”
Apesar de estarem então com sede em Egipto, a comunidade Terapeuteana, Filo relata que “deva ser encontrada em muitas partes do mundo”.

Quanto aos Terapeutas, ao cristianismo e o Hadriano, o notável historiador Edward Gibbon (1737-1794) afirma:
“O extenso comércio de Alexandria e sua proximidade com a Palestina deu uma entrada fácil para a nova religião (o cristianismo). Ele foi abraçado pela primeira vez por um grande número de Terapeutas, ou essénios, do Lago Mareotis, uma seita judaica que havia diminuído muito de sua reverência pelas cerimônias mosaicas… Foi na escola de Alexandra que a teologia cristã parece ter assumido uma forma regular e científica e, quando Adriano visitou o Egipto, ele encontrou uma igreja composta de judeus e gregos, suficientemente importantes para atrair a atenção daquele príncipe curioso.”

Um escritor católico que insistiu na ligação entre Terapeutas de Filo e os cristãos era Eusébio, durante o século IV. No livro The History of the Church (2.17), ao mencionar o “relato de Filo aos ascetas egípcios”, Eusébio observa:
“Se ele inventou esta designação (Terapeutas) e aplicou a eles, adaptando um nome adequado para o seu modo de vida, ou se eles foram realmente chamados disso desde o começo, porque o título ‘cristão’ ainda não estava em uso geral, não precisa ser discutido aqui.”
A realidade, no entanto, pode ser que os Terapeutas se transformaram em cristãos, porque foram eles que essencialmente criaram muito do cristianismo, sem nenhum “Jesus histórico”…

De Bunsen observa:
“… Estevão, Paulo e Apolo, que consideramos promulgadores da Gnose Universalista Alexandrina (leia-se judaica) dos Terapeutas Essénios, tal como aplicado ao cristianismo.”

Dr. Grant afirma:
“O melhor precedente para as escolas cristãs de Alexandria parece mentira… Entre os Terapeutas pelo lago Mareótico, descrito no trabalho de Filo ‘Sobre a Vida Contemplativa’… Tais Terapeutas estariam prontos para o Cristianismo Alexandrino.”

Em seus locais de ordem Terapeuteana, como apresentados por Filo em ‘Sobre a Vida Contemplativa’, mas também em outros tratados, Conybeare comenta:
“Devemos supor que a sistemata dos mesmos tipos como os quais Filo passa a descrever foi encontrada em todo o mundo habitado? Ou foi a estabelecida no Lago Mareotis, do qual as melhores pessoas recorreram de todas as partes, de apenas um? Eu acho que a verdade possa estar entre as duas suposições. Pode ter havido tais sociedades em várias das grandes comunidades judaicas espalhadas por todo o Mediterrâneo, por exemplo, em Chipre, Corinto, Tarso, Colossos, Antíoco, Roma, Esmirna e em outros lugares.”
– D. M. Murdock, “Crist in Egypt”

Pode-se ver que esta ordem judaica tinha bases multinacionais de operação e largos montante de financiamento e influência para espalhar a sua subversão.

“Em ‘The Ancient Lowly: A History of the Ancient Working People’, C. Osborne Ward, um economista do Departamento do Trabalho dos EUA, proveu um interessante e prático apanhado sobre os Terapeutas… Eles eram os membros muito poderosos de ‘gangues de negócios’ e ‘sindicatos’ de pessoas da classe trabalhadora. Citando várias inscrições, Ward procurou demonstrar a ‘Dispensação Solónia’.

Esta ‘Dispensação Solónia’ que Ward sugere, tornou-se o cristianismo representado como um “vasto sistema de sindicatos do mundo inteiro”.

Descrevendo essas irmandades como encontrado em Egipto e em outros lugares, Ward observa: O principal nome pelo qual eram conhecidos, não em copta, mas grego, era Therapeutae, uma associação intimamente ligada à dos essénios.”
– D. M. Murdock, “Crist in Egypt”

Como os judeus obtiveram poder para forçar o programa cristão, que sua ordem de Terapeutas (Escola de Frankfurt do mundo antigo) havia inventado, sobre a população verdadeiramente?

Ben Klassen escreveu que Júlio César era um fantoche judaico e os judeus queriam criar um cargo de imperador para consolidar o poder em uma posição central, da qual poderiam controlar com facilidade, pois Roma era uma república na época de César.

Isso faz sentido, uma vez que os judeus daquela época estavam no controle da maioria da riqueza do Império Romano, assim como eles estão hoje, com o controle dos bancos globais e sistema bancário/corporativo, que lhes dá o controlo sobre as nações gentias.

Para quem achas que César emprestou as vastas somas de dinheiro que ele usou para ganhar as massas com enormes espetáculos e jogos, e financiar seus exércitos e guerras? Vemos também a partir da evidência que os judeus também estiveram no controlo das principais redes e por detrás da criação do “César de Roma”, assim, centralizando todo o poder político na mãos dos poucos que eles controlavam. Sem este novo sistema político, o cristianismo não poderia ter sido colocado em potência total pelo decreto de Teodósio, derrubando o mundo gentio:

“O politicamente ambicioso Júlio César reconheceu o poder dos judeus, que resultou de um facto incontroverso: Roma era composta por muitos grupos políticos opostos e seitas. Para vencer, o político necessitava do apoio de um grupo que ficaria com ele com firmeza, e, assim, influenciaria outros grupos para apoiá-lo. Assim como em nossas democracias atuais, este grupo foi os judeus. Eles iriam garantir seu apoio a qualquer político que por sua vez faria o que eles pedissem. Quando César descobriu esta verdade simples, ele procurou os judeus e ganhou o seu apoio. Na página 8 de ‘Jews of Ancient Rome’, Leon diz: ‘Os judeus nas Populares, no partido liberal– Democrata ou no partido do povo, apoiou César e ele emitiu veredicto a seu favor.’
As coisas não mudaram muito em dois mil anos. Temos ainda o partido liberal– Democrata em todos os países, e sempre representa a ambição dos judeus. Com os judeus atrás dele, César logo se tornou o ditador de Roma e o governante incontestável do mundo. Alarmados com o aumento da subserviência aos judeus, um grupo de senadores fiéis, liderados por Brutus, um ex– Amigo de César em seu período pré-judaico, resolveu assassiná-lo. Na página 9, Leon diz: ‘Em troca do apoio que ele recebeu dos judeus, César mostrou-lhes seu favor visivelmente, e seus decretos em seu nome que, para seu bem, foram pupados do serviço militar obrigatório, permitiu-lhes enviar remessas de ouro.’

Assim, descobrimos que César fez os judeus um grupo privilegiado que estava acima das leis de Roma. O tráfego em ouro entre as nações era a pedra angular do poder internacional judeu há dois mil anos, como é hoje. Foi realizado sob o pretexto de ser uma ocupação ‘religiosa’, e se entendemos que a religião dos judeus era e é a do ouro, esta foi uma descrição exata. O templo judaico em Jerusalém ainda era o quartel de Jeová. Vários senadores romanos tentaram proibir o tráfego de ouro, apenas para ser derrubado pelo poder judaico, Na página 10, de ‘Jews in Ancient Rome’, Leon diz: ‘Muitas noites depois do assassinato de César, grupos de judeus chegaram a chorar no local de sua pira funerária.’

Aqui também, nada mudou. Vimos os judeus chorando no funeral de Roosevelt, no funeral de Churchill. Eles estarão sempre chorando quando um político que se comprometeu às maquinações dos judeus do mundo encontra o seu fim.

Leon afirma que o Imperador Augusto, que herdou o Império depois que os generais de César caíram entre si, restaurou os privilégios especiais dos judeus. Isso provavelmente explica por que ele saiu mais forte do que as outras facções que dividiam Roma após a morte de César. Como a decadência judaica continuou, o Império rapidamente enfraqueceu. Após a morte de Domiciano em 96 dC, imperadores de Roma já não eram romanos de nascimento; doravante, eles eram todos estrangeiros. O poder dos judeus era tal que nenhum político romano ousou atacá-los. Leon cita o discurso de Cícero em outubro de 59, perante um júri romano. Cícero estava defendendo Lucius Ásia. Flaco tentou fazer cumprir a proibição dos embarques de ouro aos judeus, com o resultado de que os judeus de Roma afastaram-lhe do cargo e trouxeram-lhe de volta para enfrentar uma acusação forjada por peculato

Cícero disse:
Ouro. Este é obviamente o porquê do presente caso estar a ser julgado perto das etapas Aurelianas. É por causa dessa acusação particular que tu tiveste procurado este local, Laelius (o promotor), e aquela gente (referindo-se à multidão barulhenta de judeus que Laelius reunira para criar um tumulto no julgamento). Tu sabes quão grande grupo eles (os judeus) são, e como eles são influentes na política. Eu vou baixar a minha voz e falar apenas em voz alta o suficiente para que o júri me ouça, porque há muitas pessoas para agitar os judeus contra mim e contra todo bom romano, e não tenho a intenção de torná-lo mais fácil para eles fazerem isso. Desde que o ouro foi exportado regularmente a cada ano em nome dos judeus da Itália e todas as nossas províncias para Jerusalém, Flaco que, senhores do júri, não pode sinceramente elogiar essa acção? A exportação de ouro tinham sido proibida pelo Senado em muitas ocasiões anteriores, e mais estritamente de todos durante o meu consulado. Além disso, que Flaco se opôs a essa superstição judaica bárbara foi a prova de seu caráter forte, que defendeu a República por frequentemente negar a agressividade das massas judias em reuniões políticas foi uma evidência de seu elevado sentido de responsabilidade.

Este discurso de Cícero é uma das poucas revelações da subversão judaica que sobreviveu a queima de bibliotecas. O grande cônsul de Roma, Cícero, teve que baixar a voz para evitar a agitação dos judeus. Um aristocrata romano, Flaco, foi afastado do cargo e arrastado de volta para Roma para enfrentar uma falsa acusação. Por quê? Porque ele tentou cumprir a lei romana que proíbe o tráfego judaico de ouro. O resultado deste estudo foi o de que Flaco foi absolvido da acusação de peculato, mas a proibição do Senado sobre o transporte de ouro foi removida. Assim, os judeus ganharam seu objetivo e Flaco teve a sorte de escapar com vida depois que ele se opôs. Em face desse poder dos judeus, os aristocratas romanos já não eram capazes de manter a ordem no império, e Roma caiu aos bárbaros.

Em um papiro encontrados em Oxirrinco, Egipto, um romano chamado Hermaisco é julgado por traição, aparentemente porque, como Haman no Império Persa, ele protestou contra o crescente poder dos judeus. O papiro afirma que, em sua defesa, Hermaisco disse ao imperador Trajano: ‘Isso me angustia, ver seu gabinete e seu conselho privado cheio de judeus.’ Claro que ele foi executado, sua própria sentença de morte foi a sua declaração ousada. Quantos outros gentios morreram por crimes como esse durante os últimos séculos?
– De “New History Of The Jews”, por Eustace Mullins

“Considerando todos os factores, parece que os Terapeutas egípcios possuíam uma comunidade religiosa judaica que era, evidentemente, parte de uma fraternidade massiva.”
– D. M. Murdock, “Crist in Egypt”
“Os Terapeutas, que por sua vez, criaram o cristianismo”.

De onde é que os judeus roubaram e corromperam seus conceitos?

É evidente, a partir das alegadas observações do imperador Adriano, em uma carta a seu cunhado Serviano, cerca de 34 dC, como relatado pelo escritor pagão Vopisco, cerca de 300, que os judeus de Alexandria estavam muito envolvidos no culto de Serápis, como estavam os cristãos. Ao longo dos séculos que esta carta foi traduzida, os estudiosos de certas sensibilidades descobriram que seu trabalho ou expurgaria várias partes deste ou o denunciaria como uma falsificação. ‘Os adoradores de Serápis são cristãos (Chrestianos), e aqueles que são dedicados ao Deus Saerapis, chamam a si mesmos de bispos de Chrestos’. -Imperador Adriano

“Assim, é possível que o ‘Cristos’ ou deus ‘Ungido’ que os ‘Cristiani’ de Plínio estavam a seguir era o próprio Serápis. O ramo judaico dos Terapeutas, planejava criar um deus-homem mítico equivalente por próprios no Jesus Cristo. Tal como sua encarnação anterior Osíris, Serápis foi chamado não apenas de Cristos, mas também ‘Cresto’ séculos antes da era comum. Na verdade, Osíris foi denominado ‘Cresto’ muito antes de sua cópia Jesus ter sido concebida.”
– Acharya S., “Suns of God”

É por isso que o cristianismo como observado pelos estudiosos é tão idêntico às religiões pagãs egípcias. Este é o principal modelo da qual os judeus roubaram e corromperam. Até ao ponto de levar o título para seu homem– Deus fictício de uma das principais divindades pagãs.

O que os judeus então fizeram aos seguidores gentios de Serápis depois de terem conseguido o que queriam com seu enfraquecimento e subversão da cultura hospedeira?

Em 391 dC, o Patriarca de Alexandria, Teófilo, convocou os monges para as armas e tornou-os contra a cidade de Memphis e o grande santuário de Serápis, o Serapeu, o principal templo da religião de Osíris-Ísis. O ataque seria semelhante a ordenar a destruição do Vaticano. Sacerdotes egípcios foram massacrados em seus santuários e nas ruas. A ferocidade da violência dizimou sacerdotes, seguidores e a elite intelectual egípcia de Alexandria, Memphis e de outras cidades do Egipto que foram assassinados e seus templos e bibliotecas destruídos. A estrutura institucional da religião egípcia, em seguida, mais de quatro milênios de idade, foi demolida em menos de duas décadas.”
– Acharya S., “Suns of God”

Os antigos romanos escreveram que as multidões cristãs foram financiadas, lideradas e organizadas por sinagogas de judeus da comunidade local dentro do Império. Eles também chamaram o cristianismo de “uma seita do judaísmo”. Agora sabemos o porquê.

Fontes:
“New History of The Jews”, por Eustace Mullins
“Christ In Egypt”, por D. M. Murdock
“Suns of God”, por Acharya S.


A Torá é Falsa, Os Judeus Mentem Sobre Si Mesmos

Abraão nunca existiu:
Olhando para a maioria a assim chamada “história” e figuras históricas dos judeus, podemos ver a pura verdade. Toda a sua história é falsa e roubada dos gentios. O verdadeiro fundamento da sua história repousa sobre dois personagens principais: Abraão e Moisés.

O suposto grande patriarca Abraão e sua família foram os primeiros judeus “oficiais” da história, são, na verdade roubados da antiga Trindade Indiana Brahma, Vishnu e Shiva, juntamente com Saraswati:

Uma vez que Krishna não nasceu do homem, ele não era realmente o pai terreno de Brahma e Mahesh. Por isso, ele mesmo era o protetor (Tara) de Brahma. Em sânscrito, Tara significa “salvador; protetor”. É um termo usado geralmente com os Deuses Rudra, Shiva, Vishnu e Brahma. Até o nosso Antigo Testamento diz que o pai (protetor) de Abraão era Tera (Gênesis 11:26). A Bíblia nos diz que Abraão e Sara eram meio-irmãos. (Gênesis 12: 19-20.). Os livros sagrados hindus também nos dizem que existia uma relação de sangue entre eles. Os Puranas relacionam Sarasvati a Brahma e Vishnu. Na maioria das vezes, ela está associada a Brahma. Sua conexão com ele as data mais anteriormente do que a qualquer outro Deus. Ela é retratada em sua maioria como sua esposa e, ocasionalmente, como sua filha. Quando a popularidade de Vishnu na Índia aumentou, os mitos relacionados a Sarasvati lhe apareceram. (Ref.: Sarasvati e os Deuses; http://www.vishvarupa.com). Portanto, Brahma ou Vishnu também teriam sido o Tara (Tera) de Sarasvati por causa de suas origens divinas.

Brahma (Abraão) e Sarasvati (Sara)

A casa de Abraão ou Brahma era a terra de Harã (Gênesis 1:4). Harã foi o principado costeiro governado por Krishna. Foi ainda nomeado ante a ele porque Hara (ou Hari, Deus Sol) é outro nome de Krishna. Brahma/Abraão tinham 75 anos quando saiu de Harã.

A Bíblia menciona Harã e Hariana. Os livros sagrados hindus também dizem que Brahma/Abraão viveu na Ur dos Caldeus. Ur era um nome sumério para “cidade; vila”. Caldeia (pronunciada Kaldi) deriva do sânscrito Kaul, a casta brâmane, e Deva (semideus). Os Kauldevas do norte da Índia adoravam ídolos que representam os seus antepassados. De acordo com os hindus, Brahma casou-se Sarasvati na Caldeia, a parte que hoje é o Afeganistão.

Na mitologia hindu, Sarai-Svati é irmã de Brahma. A Bíblia dá duas histórias de Abraão. Nesta primeira versão, Abraão disse ao Faraó que ele estava mentindo quando apresentou Sarai como sua irmã. Na segunda versão, ele também disse ao rei de Gerar que Sarai era realmente sua irmã. No entanto, quando o rei o repreendeu por ter mentido, Abraão disse que Sarai era, na realidade, tanto sua esposa como sua irmã!
“Na verdade ela é minha irmã, ela é a filha de meu pai, mas não filha da minha mãe, e ela se tornou minha esposa.”
(Gênesis 20:12).

Mas as anomalias não terminam aqui. Na Índia, um afluente do rio Saraisvati é Ghaggar. Outra afluente do mesmo rio é Hakra. De acordo com as tradições judaicas, Agar era serva de Sarai; os muçulmanos dizem que ela era uma princesa egípcia. Observe as semelhanças entre Ghaggar, Hakra e Agar.

A Bíblia também afirma que Ismael, filho de Agar, e seus descendentes viveram na Índia.
“Ismael expirou e, morrendo, foi congregado ao seu povo. E habitaram desde Havilá (Índia) até Sur, que está em frente do Egipto, como quem vai para a Assíria; e fez o seu assento diante da face de todos os seus irmãos.”
(Gênesis 25:17-18)

É um facto interessante que os nomes de Isaque e Ismael são derivados do sânscrito:
(hebraico) Ishaak = (sânscrito) Ishakhu = “Amigo de Shiva”
(Hebraico) Ishmael = (sânscrito) Ish-Mahal = “Grande Shiva.”
– Matlock

Culto ao Lingam na Bíblia:
No capítulo 28 de Gênesis, Jacó, depois de ter um sonho sobre uma “escada” que chegar ao céu com anjos “subindo e descendo” e Deus em pé no topo (12), erige um “pilar” com a pedra que ele estava usando para um travesseiro e a unge com óleo (18). Ele chama o lugar Beit-El (“Bétel”, que significa “Casa de Deus”) (19). Ele diz que o próprio pilar de pedra era a “Casa de Deus” (22). E ele mais tarde, no capítulo 35:14, erige outro na estrada de Padã-Aram.

A adoração a Brahma também estava no mundo do Oriente Médio:
“Cerca de 1.900 aC, o culto a Brahma foi levado para o Oriente Próximo e Médio por vários grupos nativos diferentes depois de uma chuva intensa e terremoto que rasgou norte da Índia aparte, mesmo mudando os cursos dos rios Indus e Saraisvati.”

“… O Templo de Meca foi fundada por uma colônia de brâmanes de India. Ele era um lugar sagrado antes do tempo de Maomé, e eles eram autorizados a fazer peregrinações a ele por vários séculos depois da sua hora. Sua grande fama como um lugar sagrado muito antes da época do profeta não pode ser posta em dúvida.” (Anacalipse, Vol. I, p. 421)

“… É afirmado pelos brâmanes, com a autoridade de seus livros antigos, que a cidade de Meca tenha sido construída por uma colônia da Índia e seus habitantes da época anterior tiveram uma tradição que foi construída por Ismael, o filho de Agar. Esta cidade, na língua Hindi, seria chamada Ismaelistão.” (Ibid, p. 424)

Antes do tempo de Maomé, o hinduísmo dos povos árabes era chamado Tsaba. Tsaba ou Saba é uma palavra sânscrita, que significa “Assembléia dos Deuses”. Tsaba também foi chamada Isha-Ayalam (Templo de Shiva). O termo muçulmano, ou Moshe-Ayalam (Templo de Shiva) é apenas um outro nome de Sabaismo.
– Matlock

“Um dos santuários no Kaaba foi também dedicado ao Deus Criador Hindu Brahma (não Abrão) é por isso que o profeta analfabeto do Islão alegou que este foi dedicado a Abraão. A palavra “Abraão” não é outra coisa senão a mal pronunciação da palavra Brahma. Isso pode ser claramente comprovado se investigar os significados raiz de ambas as palavras. Abraão é considerado um dos mais antigos profetas semitas. Seu nome é supostamente derivado de duas palavras semitas: ‘Av’ que significa ‘Pai’, e ‘Raham/Raão’ que significa ‘do exaltado’. No livro de Gênesis, Abraão significa simplesmente ‘Muitos’. A palavra Abraham é derivada da palavra sânscrita Brahma. A raiz de Brahma é ‘Brah’, que significa ‘crescer’ ou ‘se multiplicar em número’. Além disso, diz-se que Senhor Brahma, o Deus Criador do Hinduísmo, seja o Pai de todos os homens e o mais exaltado de todos os Deuses, pois é a partir dele que todos os seres foram gerados. Assim, mais uma vez chegamos ao significado ‘Pai Exaltado’. Este é um claro indicador de que Abraão não é outro senão o Pai celestial.”

Moisés nunca existiu

http://stellarhousepublishing.com/moses-dionysus.html
“O famoso filósofo francês Voltaire fez as seguintes observações surpreendentes ainda no século 18 – e ele não foi o primeiro! Por que não sabemos desses factos? Voltaire disse:

Os poetas antigos colocaram o nascimento de Baco no Egipto; ele está exposto no Nilo e é a partir desse evento que ele é nomeado Mises pelo primeiro Orfeu que, em egípcio, significa “salvo das águas”… Ele é levado até perto de uma montanha da Arábia chamada Nisa (Nysa), que é crido ser o Monte Sinai. Foi fingido que uma Deusa ordenou-lhe ir e destruir uma nação bárbara, e que ele atravessou o Mar Vermelho a pé, com uma multidão de homens, mulheres e crianças. Outra vez, o rio Orontes suspendeu suas águas à direita e esquerda para deixá-lo passar, e Hydaspes fez o mesmo. Ele ordenou que o Sol ficasse parado; dois raios luminosos procederam a partir de sua cabeça. Ele fez uma fonte de vinho jorrar, batendo no chão com o tirso, e gravou suas leis em duas tábuas de mármore. Ele queria ter simplesmente atingido o Egipto com dez pragas, a ser a cópia perfeita de Moisés.”

Este está relacionada nos hinos de Orfeu, onde Baco tinha uma vara com a qual ele realizou milagres, e que poderia se transformar em uma serpente por sua vontade. Ele passou o Mar Vermelho, dividiu a seco à frente de seu exército. Ele dividiu as águas dos rios Orontes e Hydaspus pelo toque de sua vara, e passou por eles descalço. Pela mesma poderosa vara, ele tirou água de uma rocha, e onde quer que eles marchassem, a terra fluiu com vinho, leite e mel.

Baco foi chamado de “O Legislador, e dizia-se isso de Baco”, bem como Moisés, cujas leis foram escritas em duas tábuas de pedra. Baco foi representado com chifres, e assim foi Moisés. Baco foi pego em uma cesta que flutuava sobre a água, e assim foi Moisés. Baco tinha duas mães, uma por natureza e uma por adoção, assim teve Moisés. Baco e seu exército se agraciaram com luz do sol à noite, Moisés e seu exército com uma coluna de fogo à noite.

Moisés sendo chamado de “o Legislador” e as leis sendo escritas em duas tábuas de pedra foram obviamente copiadas de Baco, mas a ideia de seu (Moisés) receber os mandamentos do Senhor em uma montanha foi sem dúvida retirada da lenda persa de Zoroastro. “Em seu aspeto mais gentil (Dioniso), ele é um legislador.”

Ler também: Vaticano, A Sinagoga de Roma


VOLTAR PARA EXPONDO OS JUDEUS

VOLTAR PARA TERCEIRO REICH E O CRISTIANISMO