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Como os Judeus Controlam Ambos os Lados “Opostos”
Para Cumprir Sua Agenda Comunista

O artigo a seguir é um trecho da Bíblia do Homem Branco, por Ben Klassen. Embora a URSS não exista mais como um estado comunista, este artigo que foi escrito antes da queda do comunismo russo, é muito revelador:

RÚSSIA, ISRAEL, E OS ESTADOS UNIDOS

Os EUA não lutam contra o comunismo.
Um dos enganos mais flagrantes e persistentes que foi impingido ao povo americano desde da Revolução Russa de 1917 é que o governo norte-americano é desesperadamente, mas bravamente lutando uma guerra perdida “contra o comunismo”. Depois de mais de seis décadas, a maioria dos americanos ainda acreditam nessa farsa, e permanecem perpetuamente confusos do porquê dos Estados Unidos, rico, poderoso, moralmente superior ao comunismo, está continuamente a perder.

Judeus americanos, poder central do comunismo.
A verdade brutal é que o poder estabelecido americano: governamental, financeiro e propagandista (todos dominados por judeus), não lutam contra o comunismo. O facto é que o comunismo é judeu desde o seu início. O comunismo é apenas uma das muitas ferramentas poderosas que estão a ser utilizadas no programa judaico para dominar o mundo. Não só os Estados Unidos não lutam contra o comunismo como a maioria dos americanos está enganada a acreditar, mas pelo contrário, os Estados Unidos é que são o principal financiador, planeador e promotor do comunismo, não só na Rússia, mas em todo o mundo. Sem o apoio financeiro e assisténcia técnica dos Estados Unidos, o ultraje comunista judaico contra o povo russo teria caído de cara no chão em seu início, e muitas vezes desde então. Na verdade, ele nunca teria sido inaugurado, em primeiro lugar.

Treinados e financiados em Nova Iorque.
É um facto histórico que o empurrão final para a aquisição comunista da Rússia foi generosamente financiado e cuidadosamente planeado por ricos capitalistas judeus aqui no bom e velho EUA. Ali, no East Side de Nova Iorque, Trotsky e 3 mil assassinos judeus foram cuidadosamente treinados para oferecer o cupê-de-graça final. O empreendimento foi financiado no valor de 20 milhões de dólares por ninguém menos do que o próprio (judeu) Jacob Schiff da empresa de Kuhn, Loeb & Co., uma filial americana da rede Rothschild em Nova Iorque. Quando chegou a hora, Trotsky e seus revolucionários judeus treinados foram enviados de barco (no meio da I Guerra Mundial) e chegaram sem entraves na Rússia para fazer seu trabalho. Uma vez lá, eles sabiam exactamente o que fazer, e quando estava tudo acabado, mais de 30 milhões de russos brancos tinham sido assassinados e os judeus estavam completamente na boa.
O comunismo é um embuste judaico.
Devemos lembrar mais uma vez que o comunismo não é nada mais do que um horrível, vicioso programa judaico para dominar o mundo, camuflado com propaganda enganosa humanitária, assim como a maioria dos outros programas judaicos. Pago pelos contribuintes americanos. O projecto judaico-comunista-marxista-sionista são todos partes integrantes do mesmo programa. É bem financiado não só com dinheiro judaico, mas de forma mais significativa com o dinheiro dos contribuintes, dos quais o contribuinte americano paga um peso esmagador. Não há maior fonte de bens, riqueza e produtividade que o contribuinte americano trabalhador, e o potencial judaico para saquear essa tremenda fonte de produtividade parece ilimitado.

Por detrás disso, toda a rede judaica.
O movimento judaico-comunista-marxista-sionista é tremendamente poderoso. Por detrás dele está toda a rede de poder judaico do mundo. Isso inclui sua vasta rede mundial de propaganda: televisão, jornais, agéncias de notícias, revistas, editoras, educação e todos os outros apetrechos que não só influenciam, mas decidem a “opinião pública”. Por trás deste movimento judaico também está o poderoso Sistema da Reserva Federal “capitalista” com seu ilimitado monopólio para imprimir papel-moeda, sem qualquer custo para si. Em suma, por trás disso é o lado oculto de toda a judiaria mundial.

Política americana hostil aos Tzares.
Foi esse poder estabelecido que projectou a derrubada da dinastia Romanov, a dinastia Viking que governava a Rússia por mais de três séculos, e substituiu-a por uma tirania judaica com mão de ferro. Em relação à política norte-americana em relação à Rússia, é interessante notar que, antes da revolução de 1917, a política dos Estados Unidos era hostil para com a Rússia (como eram os judeus). Entusiasticamente favoreceram o Japão na Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905, que os japoneses venceram. Uma vez que os judeus tinham fixado a sua regra inflexível viciosa sobre a Rússia e seus vastos recursos em 1917, a política externa americana fez uma dramática (mas dissimulada) reviravolta e se tornou antijaponesa e pró-russa.

Benevolente após a conquista comuna.
Apesar de toda a propaganda, camuflagem e inversão, foram fortemente pró-Rússia (realmente pró-judaico) desde então. Foi a América que apoiou o governo comunista precário na década de 1920 com alimentos e outros auxílios. Foi a assisténcia técnica americana que construiu suas barragens, motopropulsores, perfurado seus campos de petróleo e construindo suas refinarias na década de 1920 e 1930. Apesar de toda essa assisténcia, o gigante russo estava perto do colapso de seu próprio peso e podridão no início dos anos 1930, foi o reconhecimento oficial de Roosevelt e sua extensão de créditos financeiros que mais uma vez salvou-a do esquecimento. Quando os exércitos heróicos de Hitler ficaram às portas de Leningrado, Moscou e Stalingrado, novamente, foi a ajuda militar americana e intervenção direta que salvou a Rússia comunista de ser varrida do mapa. Antes da Guerra era ainda mais, os Estados Unidos já começaram a enviar grandes quantidades de ajuda, tratores civis, máquinas, alimentos, no valor de 13 mil milhões de dólares. Isso, mais uma vez, foi tudo feito às custa dos contribuintes norte-americanos, que pagam a maior parte do custo para que os judeus em todo o mundo o tomem.

Salvos pela América de novo e de novo.
Desde o fim da II Guerra Mundial, foram os Estados Unidos que incentivaram e promoveram a tomada russo-comunista na Europa Oriental. Na verdade, quando a Rússia nervosamente hesitou em rolar seus tanques na Hungria na revolta daquele infeliz país em 1956, foi o presidente Eisenhower que especificamente que enviou um telegrama encorajador ao Premier Khrushchev, assegurando-lhe que os Estados Unidos não levantariam um dedo para ajudar os húngaros.

Frente falsa e enganosa.
Este tem sido o modus operandi das relações Estados Unidos-Rússia sempre desde 1917. Oficialmente, os Estados Unidos colocam-se numa frente a ser “anticomunista”. Nos bastidores tem ajudado, instigado, planeado, financiado e promovido revoluções comunistas em todo o mundo, quer fosse em países vizinhos da Rússia no leste da Europa, ou em países do outro lado do mundo que estavam temporariamente fora do alcance das tropas russas.

América auxiliou a revolução cubana.
Um bom exemplo deste último é a tomada comunista de Cuba. Sem a ajuda da propaganda americana (leia-se judaica) de imprensa, Fidel Castro teria morrido um vagabundo desconhecido, inédito e anónimo. Foi a imprensa norte-americana, especialmente os judeus do New York Times que inchou Castro como um herói nativo, como um libertador, como o Abraham Lincoln de Cuba, o George Washington da Sierra Maestra, como um reformador agrário não-comunista, e temporariamente vendeu ao povo americano como tal. Ao mesmo tempo, o nosso governo pôs pressão secreta sobre a cabeça do cubano em favor do governo americano, Fulgencio Baptista, para sair de Cuba. Depois de ter sido traído pelo governo americano e os patins efetivamente colocados debaixo dele, Baptista fugiu do país e Castro entrou com o total apoio do governo americano e a imprensa (judaica) americana. Foi um interessante estudo em hipocrisia para ver como nós lentamente “descobrimos” que Castro era comunista, um facto bem conhecido ao governo americano e pela conspiração judaica, e em primeiro lugar, a razão fundamental para a revolução.

Traição repetida aos interesses norte-americanos.
Não é meu propósito aqui nesta dissertação limitada, rever a história da traição judaica aos interesses americanos e falar das revoluções comunistas em todo o mundo. Este deveria literalmente uma enciclopédia inteira para cobrir. Eu só quero salientar alguns acontecimentos históricos que até mesmo o leitor americano mais ingénuo das notícias diárias está familiarizado. A este respeito, quero apontar o dedo a apenas alguns exemplos gritantemente óbvios que qualquer um pode entender.

Traição à China.
Uma das fraudes mais flagrantes e de maior importância mundial foi manipulada pelos Estados Unidos logo após a Segunda Guerra Mundial, que foi a traição do Generalissimo Chiang Kai-shek e as vastas multidões da China. Chiang Kai-shek tinha lutado contra os comunistas chineses no início dos anos 1920 e finalmente venceu-os em seu jogo. Ele assumiu o controlo do governo chinês em 1926, e foi sem dúvida o líder mais ferrenho anticomunista na Ásia. Ele era fortemente pró-americano e lutou contra os japoneses na lateral da América na Segunda Guerra Mundial. Assim que essa guerra (judaica) tinha acabado, ele foi traiçoeiramente traído pelos Estados Unidos.

Marshall, um fantoche comunista.
General George C. Marshall, que recebeu toda a honra que pode ser concedida a um militar antes de se tornar presidente, foi enviado à China para fazer o trabalho de machadinha em novembro de 1945. Embora ele tivesse até agora 65 anos de idade, com problemas de saúde e pronto para se aposentar, ele permaneceu naquele país miserável por 14 meses, a vender Kai-shek para os comunistas. Ele fazer um sacrifício tão pessoal na sua idade é uma indicação da disciplina comunista restrita que ele estava sob influência e foi na maioria de sua vida adulta.

Impossível sem a perfídia norte-americana.
Quando Marshall deixou a China, ele havia negociado um “governo de coalizão” entre os nacionalistas de Kai-shek e os comunistas de Mao Tse-tung, e desarmou o Exército nacionalista, que mais tarde se gabou que tinha feito “com o golpe de uma caneta”. Desnecessário dizer que, com os nacionalistas chineses desarmados e traídos pelos Estados Unidos, Mao Tse-tung e sua gangue assassina comunista logo levaram Chiang Kai-shek e os nacionalistas do continente chinês. Em 1949, Mao foi o mestre indiscutível comunista da China, o país mais populoso do mundo. A China, com suas cheias de 800 milhões de pessoas haviam sido entregues ao controlo judaico-comunista através da traição americana. E assim outro país sucumbiu à traição, feita pelos Estados Unidos da América.

Banhos de sangue se seguiram.
Pouco depois dos comunistas tomarem o poder na China, banhos de sangue seguiram-se. É conservadora, estima-se que pelo menos 60 milhões de chineses foram assassinados no expurgo que Mao Tse-tung prosseguiu, a fim de consolidar seu regime brutal. Morreu um traidor: General George C. Marshall, que fez fielmente seu dever traiçoeiro para seus mestres comunistas, morreu pouco depois’. Alguns exemplos mais recentes devem ser suficientes para estabelecer o padrão. Vamos olhar para o que está a acontecer no hemisfério ocidental.

Traição de Chile.
Em 1970 no Chile, um governo comunista tinha sido abertamente estabelecido, liderado por Salvador Allende. Este tinha sido conseguido com a ajuda de enormes somas de ajuda americana e, especialmente, a conivéncia da CIA americana. Então, em 1974, o inesperado aconteceu. O povo do Chile liderado por oficiais do exército, matou Allende e levou de volta o seu governo. Esteve o governo dos Estados Unidos feliz neste triunfo sobre o comunismo? Pelo contrário, ele parou toda a ajuda, cortou créditos e levou a cabo um boicote comercial vicioso e uma campanha de propaganda contra o Chile desde então.

Canal do Panamá dado a comunistas.
Em 1979, o traidor Senado dos Estados Unidos e o Executivo entregaram a construção americana e deram a propriedade do Canal do Panamá a um governo comunista de traficantes de drogas e ladrões liderados por General Torrejos. Não só entregaram de graça a esses criminosos numa bandeja de prata, mas pagaram-lhes mil milhões para aproveita-la, a hidrovia mais estratégica do mundo. Isso se contar facto de que o correio de alguns senadores estava funcionando 200 a 1 contra essa traição descarada e traiçoeira.

Venda traiçoeira na Nicarágua.
Enquanto isso traiçoeira venda estava a ser promovida para o povo americano, a CIA já tinha ocupado o Panamá como uma base para executar os braços revolucionários próximos à Nicarágua e instigando a revolução. Aqui, novamente, o nosso governo americano pérfido correu fiel à forma. Considerando que a família Somoza, que governou a Nicarágua por mais de 40 anos, foi fortemente pró-americana e anticomunista, o mesmo ano em que deu o Canal do Panamá, Anastosia Somoza foi descaradamente traído e vendido. Com a organização, dinheiro e armas da C.I.A., o país foi um caos e turbuléncia total e, finalmente, com os Estados Unidos, a dizer a Somoza para sair, ele também fugiu do país. Os “sandinistas” comunista assumiram e outro país anticomunista foi traído e entregue ao gigante comunista com a ajuda do democrático, “anticomunista”, Estados Unidos da América.

*****

C.I.A. desempenha um papel fundamental.
Neste ponto, seria útil destacar a enorme importância da Agéncia Central de Inteligéncia (C.I.A.), na maioria das tomadas de poder comunistas. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Escritório de Serviços Estratégicos foi organizado como uma agéncia de inteligéncia de super coordenação e substituiu os diferentes estados agéncias de inteligéncia militar dos Estados Unidos. Ele foi fortemente composto por judeus, e era na realidade uma polícia secreta judaica supra-mundial. Tal como o seu homólogo russo, a Cheka, a OGPU, NKVD, a KGB e diversas outras mudanças de nome nos meios, assim também, o nome da OSS foi modificada para C.I.A. Mas essencialmente, o seu caráter e propósito permaneceram inalterados mantiveram-se (e está até hoje) uma polícia mundial secreta e rede de espionagem a serviço do judapismo internacional, com o contribuinte americano mais uma vez a pagar a conta. Não a C.I.A. é apenas uma rede de espionagem, mas também atua como um poderoso exército de intriga e engano, um braço-forte que não só espiona, mas usa a força para fazer as coisas acontecerem.

Incrível poder, fundos ilimitados.
O projecto de lei para o contribuinte americano é enorme. Com fundos quase ilimitados à sua disposição e um enorme exército de mão de obra em seu emprego, o poder e a influência da CIA no mundo em geral é de facto incrível e assustador. Nem o Congresso, nem o presidente sabem quantos mil milhões são gastos anualmente por esta poderosa agéncia de polícia secreta. Nem eles estão cientes de que alcaparras ou maquinações eles estão envolvidos. Tudo isso é envolto sob o pretexto de “sigilo”, “segurança nacional”, “proteger nossos agentes”. A C.I.A. está completamente fora do controlo de qualquer um dos tribunais, congresso ou Poder Executivo. Na verdade, os membros visíveis do governo estão muito assustados e à mercê da CIA.

Um exército criminoso.
Também não há limites para as tácticas em que a CIA possa se envolver. Assassinato, falsa propaganda, mentira, roubo, traição, planeamento de revoluções e truques sujos de qualquer natureza estão todos em seu arsenal rotineiro de promover o programa judaico. Isso não é tudo. Criação de empresas fictícias, movimentos políticos falsos, imprimindo jornal temporário, cordame de eleições, apoio a candidatos e a movimentos políticos, destruição de outros. Tudo isso também faz parte do seu saco de truques.

Operação também em solo americano.
Nem são as suas operações limitadas ao solo estrangeiro. Qualquer cidadão americano que seja leal ao seu país, ou a Raça Branca, ou que queira expor a conspiração judaica, ou é anticomunista, é um jogo justo para a poderosa e traiçoeira CIA aqui em nosso território. Isso eles fazem em perfeita colaboração com o FBI. Mão na luva um ao outro, eles se infiltram em organizações nacionais, partidos políticos e constreoem ou destroem qualquer grupo, facção ou indivíduo que entenderem ser necesário.

Ferramenta dos judeus.
O que eles veem é sempre atender os melhores interesses dos judeus e para a destruição da Raça Branca. Antes de deixar o assunto de inteligéncia, existem algumas outras armas de espionagem judaica que eu devo trazer à tona neste momento.

Policiamento da mente.
Uma vez que os judeus durante os últimos milhares de anos têm desenvolvido a conspiração mais cruel da história, ou seja, a destruição e tomada de todos os outros povos, eles têm sido fanáticos a ponto de ser paranóicos sobre espionagem e coleta de informações sobre seus inimigos. E isso é compreensível. Uma vez que o crime hediondo que eles estão perpetrando é baseado em sigilo e engano, segurar a tampa sobre sua conspiração é um negócio altamente precário. Então eles freneticamente entram em todos os tipos de dispositivos, organizações de espionagem e meios de recolha de informações que escalonam os limites da mente dos gentios. Os judeus não apenas querem saber o que seus inimigos (todo mundo é seu inimigo) estão a fazer, eles também querem saber o que podem estar a planear. Na verdade, tanto quanto for possível, eles querem saber o que todo mundo está pensando antes de tal pensamento possa ser traduzido em acção.

Rede de jogos de espionagem.
Então, eles têm todos os tipos de espionagem e inteligéncia de redes que operam em todo o mundo. Além da CIA, o FBI, a KGB russa e outros já mencionados, existem mais dois que eu quero salientar: uma nos Estados Unidos, o outro em Israel. A ADL, abreviação de Anti-Defamation League (Liga Anti-Difamação), está na América. Ostensivamente finge salvaguardar os interesses judaicos e impedir a propagação do “antissemitismo”. Por que os judeus acham isso necessário quando os ingleses, alemães, italianos e outros grupos étnicos acham essas garantias desnecessárias, eles nunca explicaram. Mas, na realidade, a a A.D.L. é muito, muito mais do que isso. Presumivelmente, uma ramificação do judeu B’nai B’rith, é realmente a principal força motriz desta roupagem judaica. Na realidade, ela é uma poderosa operação de espionagem, bem financiada dentro de nossas próprias fronteiras, que não só reúne informações sobre os políticos, organizações cívicas, diversos indivíduos, mas acima de tudo até mesmo a simples suspeita de poder tirar a tampa sobre a conspiração judaica. Eles têm grandes ficheiros e computadores eletrónicos que rivalizam com os próprios FBI e C.I.A., e qualquer informação que o F.B.I. ou a C.I.A. possam ter que seja considerada útil para a ADL, é facilmente alimentada até o limite.

Operação censura
As actividades da A.D.L. se estendem muito além. Eles são extremamente activos na política, a promoverem aqueles úteis para os judeus e destroem aqueles que possam ser considerados não cooperantes. Eles também monitoram todos os livros, revistas, jornais, todos os meios de comunicação, movimentos ou qualquer coisa que possa afectar a conspiração judaica e isso inclui quase tudo de qualquer significado que aconteça neste país.

Plantação de propaganda.
Eles agressivamente inventa,, se necessário, notícias e as plantam para os media das massas de notícias de TV, jornais etc. Eles não apenas publicam um grande número de artigos de divulgação, mas também publicam um grande número de livros que são ou favoráveis a Israel e aos judeus, ou que viciosamente ataquem seus inimigos.

O Mossad, rede superespiã.
A outra organização espiã judaica que é de grande importância em todo o mundo é a com sede em Israel. É conhecida como a Mossad. É o aparelho central judaico de inteligéncia para o mundo inteiro. É a rede de espiões super-supra de toda a história. Qualquer coisa que o C.I.A. americana sabe que seja útil para os judeus (quase tudo) é canalizada para a Mossad. Tudo o que a K.G.B. russa saiba que seja útil é canalizado para a Mossad. Da mesma forma com o aparelho de espionagem na Alemanha, França, Itália e em todo o mundo. Tudo é canalizado para a Mossad. Não há quase nada de importância que aconteça em qualquer lugar do mundo que seja pouco catalogado nos computadores maciços da Mossad em Israel.

Criminosos mortais.
Mas a Mossad vai muito mais além do que apenas espionagem e coleta de inteligéncia de todo o mundo. Como o ADL, é virulentamente agressivos e continuamente na ofensiva. Foi bem treinados esquadrões da morte que executam galopante na maioria dos países do mundo, especialmente nos Estados Unidos. Estabelece organizações paramilitares como a Liga de Defesa Judaica, ou clubes de tiro judeus habilmente treinados para matar gentios. Os membros do Mossad tem o prazo dos Estados Unidos com pouca ou nenhuma oposição de nossas próprias agéncias de aplicação da lei, enquanto eles tocar telefones, embaixadas de bugs, diplomatas estrangeiros, até mesmo a Casa Branca e todo e qualquer ramo do governo dos Estados Unidos. Em suma, não só os Estados Unidos, mas o mundo inteiro é seu território indiscutível, e o homem branco, (a sua principal vítima) não só lhes dá nenhuma oposição, mas paga a conta e quase não sabe que eles existem.

Corre solta sobre os governos do mundo.
Sem dúvida, a Mossad é o mais perigoso, cruel e sanguinário bando de criminosos internacionais que o mundo já conheceu, a correrem solta e por cima de todas as leis e governos de todo o mundo, com pouca ou nenhuma oposição. Como a CIA, é em todo o mundo e se assemelha muitas de suas operações com esta diferença: enquanto a CIA é sediada nos Estados Unidos, a Mossad está sediada em Israel, e equanto a CIA é ocupada por uma mistura de judeus e gentios, a Mossad é toda judaica, e a CIA partilha livremente suas informações com a Mossad, o último não dá nada para a CIA. É estritamente uma rua de sentido único, tudo levando a supremacia judaica exclusiva e tirania sobre o “goy” do mundo.

Antes de deixarmos essa conspiração vil da Rússia, Israel, os judeus e o governo dos EUA, há dois outros aspectos desta combinação nefasta que devem ser esclarecidos.

Ajuda externa para todos.
Um deles é a questão da América dispensar ajuda externa (dinheiro dos contribuintes) para cada mendigo desprezível no mundo. Neste momento, eu entendo que nós estejamos distribuindo ajuda externa para 116 países do mundo. Essa é uma das peças mais insanas da pirataria já impostas a qualquer grupo de contribuintes na história do mundo. Os contribuintes norte-americanos nunca tiveram a oportunidade de votar ou expressar sua opinião sobre essa peça flagrante de roubo, mas essa continua ano após ano. Por 35 anos, os contribuintes norte-americanos têm sangrado branco, e neste momento não há nenhuma indicação de que ele vá parar ou mesmo diminuir.

Supostamente para subornar países a não serem comunistas.
O truque em todo este embuste fraudulento é este: foi inaugurado como o Plano Marshall para impedir os países de “virarem comunistas”. O seu nobre objectivo parecia estar a lutar contra o comunismo. Em outras palavras, tentou suborná-los, comprá-los, para os convencer a estarem fora do comunismo com o dinheiro, assim, supostamente, ganhando amigos para o nosso lado. Isso supostamente era a ideia, fomos informados. Na verdade, estamos a subsidiar o comunismo. As realidades eram um pouco diferentes. Na verdade estávamos sustentando vacilantes países comunistas, incluindo a grande Rússia. Antes da Segunda Guerra Mundial, foi até mesmo concluído que enviamos mais de 13 mil milhões de dólares em bens nacionais, incluindo tratores, geladeiras e o que tu tiveres. Se nós estávamos a tentar combater o comunismo, por que subsidiá-los?

Hostil aos países anticomunistas.
Na prática, subsidiamos o comunismo, e não o combatemos. Usamos nossa enorme riqueza como um clube para empurrar os países ao comunismo. Temos utilizado como uma cunha para receber a nossa C.I.A. em seu meio e manobrar sua política de tal forma que os judeus e os comunistas, mais cedo ou mais tarde ganhem o controlo. Em países onde tornaram-se comunistas por conta própria (não graças ao governo dos EUA), onde deveriamospression-alos, boicotá-los (como também na Rodésia) e usar a pressão económica para levá-los de volta para a asa judia.

Os EUA traem os amigos e recompensam os inimigos.
Como resultado de toda essa fantástica doação no valor de centenas de mil milhões de dólares, a maior parte dos países do mundo perdeu completamente o respeito à América. Eles intensamente desconfiam de nós e nunca nós fomos tão odiados por tantas pessoas. E por uma boa razão. Os Estados Unidos (controlado por judeus) praticaram repetidamente traições, tanto ao seu próprio povo e aos seus amigos estrangeiros. Ele tem constantemente traído e punidos seus amigos (como a Rodésia, Somoza, Baptista, Chile etc.) e generosamente recompensado seus “inimigos” comunistas. Não se admira que o resto do mundo desconfie e despreze os Estados Unidos.

Alemanha sob ocupação militar.
A outra questão é a manutenção de forças de ocupação americanas na Alemanha pelo período interminável de 35 anos após a derrota de um ex-inimigo, algo que os Estados Unidos nunca fizeram antes em sua história. Isso também é uma fraude gigantesca. Nós supostamente pusemos as tropas lá para “proteger” a Alemanha de um ataque russo. O facto é que a Alemanha poderia ter protegido-se muito bem da Rússia comunista, e teriam limpado aquele vil ninho de víboras no início dos anos 1940 se não tivéssemos interferido.

Verdadeiro motivo:
Para proteger os judeus. A verdadeira razão das nossas tropas terem sido mantidas na Alemanha nesses 35 anos e, sem dúvida, permanecerá mais 35 anos, é manter o povo alemão subjugado de modo que não revivam o movimento Hitlerista, e novamente virarem-se ante aos judeus. Em suma, as nossas tropas estão lá com a única finalidade de proteger os judeus dos alemães e impedir os alemães de criar um governo de sua própria escolha. Sim, essa é a única razão real, não a de proteger a Alemanha da Rússia comunista.

Estado bandido artificial.
Agora chegamos a esse outro ninho de víboras, o estado bandido de Israel. Essa monstruosidade artificial deve sua própria existéncia ao poder do dinheiro combinado do Judaísmo Internacional, da CIA, dos media e da fachada conhecida como “Governo dos Estados Unidos”.

Parasita total.
Devemos lembrar que os judeus são totais parasitas e realmente não querem viver em um país próprio. Parasitas não podem viver por si mesmos e devem viver em um hospedeiro produtivo. Por essa razão, os judeus não querem, e não poderiam, mesmo se quisesse, viver em um país próprio. Por milhares de anos, eles mais do que ninguém, têm tido ampla oportunidade de se reunir e construir um país próprio. Eles nunca quiseram e nunca irão. Eles permanecem eternamente o que sempre foram: parasitas.

Razões para o estabelecimento.
Então, por que eles vão à tais grandes dores de roubar a Palestina de árabes e criar essa monstruosidade artificial chamada Israel? As razões são múltiplas, todas projetadas para ajudar e estimular o programa judaico para a tomada do mundo.

1. Provavelmente, o motivo mais importante seja para reforçar e unificar a ideologia flacida da vontade e ranque judaicos. Tão bem sucedidos e tão ricos têm as recentes gerações de judeus, que muitos dos judeus mais jovens foram confraternizar e se casar com gentios. Devemos lembrar que a inimizade, o ódio e a luta têm sido historicamente as bases que construiram a religião e raça judia no aríete sólido que lhes deu o sucesso fenomenal que agora ostentam. E tal sucesso pode ser também a semente de leito de sua própria desintegração. Com o sionismo, a “pátria” israelita e a luta para defender e expandir Israel, o povo judeu criou novos inimigos e assim, recuperou um grande impulso de fervor e de solidariedade que, aparentemente, “confirmou” seus mitos religiosos e os transformou em uma realidade tangível.

2. Israel foi concebido para se tornar o centro do governo mundial. É seu plano para mover as Nações Unidas a Jerusalém e governar o mundo a partir de Sião. “A lei sairá de Sião”. É a intenção deles, governar os goyim a partir de “Sião”, onde eles podem fazê-lo sem qualquer interferéncia de distúrbios ou vigilância estrangeira.

3. Tendo “Israel” e Jerusalém como sua base tem dado uma qualidade religiosa e mística ao seu movimento de tomar o mundo. Ele convence muitos de seu próprio povo, bem como milhões de goyim caipiras de que “Deus” está do lado deles e que os judeus são o “povo escolhido de Deus”. Isso é o que é chamado de profecia auto-realizável que os judeus têm sido perspicazes o suficiente para se transformar em poder real e em mil milhões de dólares.

4. Ele oferece um refúgio seguro e sem ifortúnios para essa agéncia assassina de inteligéncia, a Mossad, que já descrevemos.

5. Há uma série de outras razões que têm sido avançadas, tais como:
(a) a enorme riqueza de preciosos minerais contidos nas águas turvas do Mar Morto;
(b) os judeus (com a ajuda do poder dos Estados Unidos) vão expandir e tomar as terras árabes e ricos campos de petróleo no Golfo Pérsico;
(c) é um lugar de refúgio, se as condições do mundo tornem-se muito hostis aos judeus;
(d) outras razões menores.

É minha opinião que as primeiros quatro razões apontadas são de longe as mais importantes e a quinta categoria é comparativamente menor, especialmente a “c”, de que poderia ser um refúgio em uma crise. O facto é que os judeus serão sempre parasitas mortais nas costas das nações produtivas do mundo, ou não seriam nada. Uma vez que eles são expulsos do poder nas nações brancas do mundo, sua estrutura de poder toda entrará em colapso rapidamente. Israel entrará em colapso rapidamente com ela. Na verdade, os próprios árabes logo dariam pouca atenção ao Estado bandido de Israel, assim como os judeus perderiam o controlo sobre os centros de controlo das nações brancas do mundo, especialmente dos Estados Unidos.

Israel duria pouco sem subvenções. O facto é que dentro do próprio Israel há tumulto, discórdia, ódio e desintegração. Os judeus não provaram que poderiam construir uma nação própria, ou viver com eles mesmos. Pelo contrário, sem a contínua transfusões de sangue financeiro da Alemanha, Estados Unidos e outros países “goyim”, Israel não duraria seis meses. Mesmo com toda essa tremenda ajuda do lado de fora, tem uma das mais altas taxas de inflação no mundo. Os Estados Unidos sozinho em 1979, subsidiou Israel no montante de 10 mil dólares por família de quatro pessoas em Israel. Em cima da que a Alemanha que está a pagar indenizações pelo falso Holoconto a ordem de um mil milhões de dólares por ano. Os judeus em Nova Iorque, Miami Beach e em outros lugares levantam 300 milhões de dólares a cada ano para as “fronteiras de Israel” (uma fraude) e enviá-as livre de impostos para Israel. No entanto, apesar de toda essa subsidiação tremenda, Israel o parasita, está em um tumulto político contínuo e em uma situação financeira precária e hesitante, um verdadeiro parasita sem futuro próprio.

Em suma, podemos concluir com segurança:

1. Que o comunismo, o marxismo e Sionismo combinam com o capitalismo para realizar o mesmo objectivo judaico de dominar o mundo.

2. Que os Estados Unidos não estão a lutar contra o comunismo, mas pelo contrário, estão firmemente nas garras da rede judaica a usar a riqueza, poder e prestígio dos Estados Unidos para trair e tomar um país após o outro, todos na falsa luta “contra o comunismo”.

3. A C.I.A. e o F.B.I. são tanto polícias secretas quanto braços fortes da rede judaica. Nunca, jamais confie em seus agentes, nem colabore com eles de qualquer maneira.

4. Não precisamos olhar para a Rússia como o verdadeiro inimigo dos Estados Unidos. O povo russo gostaria de tirar o macaco judaico-comunista fora de suas costas tanto quanto qualquer um, e teria conseguido à muito tempo se não tivessem sido as maquinações dos Estados Unidos. O verdadeiro inimigo reside aqui mesmo em nosso país, especialmente em Nova Iorque e Washington.

5. Só por mobilizar o poder total da Raça Branca e organizá-la em uma religião racial poderosa, como a Criatividade, poderemos ter a esperança de quebrar as costas da tirania judaica marxista-comunista-sionista.

Ver também:
“Estado Islâmico” e grupos terroristas
relacionados são criados e geridos por judeus!

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