Skip to content

Mais Sobre Assassinato Ritual Judaico

Por meio da imprensa (controle judaico) e por sua grande riqueza, os judeus são capazes de abafar qualquer investigação imparcial sobre o assassinato ritual judaico.
-Thomas Burbage, 1916

“Alilath Seker” a lama encontrada em termos de hoje, desde que o dinheiro do suborno e despesas (aos judeus) para combater as calúnias de sangue.
-Dr Philip Devier, “Blood Ritual”

“Um fundo secreto, o Alilath Seker (fundo para calúnias de sangue) criado pelo Conselho das Quatro Nações, serviu principalmente para esse fim.”
-Leon Poliakov, “História do Anti-semitismo”, citação pelo Dr. Harrel Rhome

Se tu queres aprender e entender por que os judeus podem cometer tais crimes insanos como assassinato ritual, tu deves conhecer os ensinamentos judaicos secretos. Tu deves conhecer os ensinamentos da Torá, do Talmude e do Schulchan Aruch. Essas leis e ensinamentos são a prova de que os judeus se sentem superiores a todas os povos, que declararam guerra contra todas as outras raças e que ele é o inimigo jurado de toda a humanidade não-judaica.

Mesmo Tácito, o historiador romano escreveu:
“Os judeus são uma raça que odeia os Deuses e os homens. Suas leis estão em oposição às de todos os mortais. Eles desprezam o que é santo para nós. Suas leis toleram-os a cometer atos que nos horrorizam.”
(O historiador, V.3-8)

O judeu sabe que, quando o mundo não-judeu conhecer suas leis e vêr através de seus planos, ele estará perdido. Portanto, por ameaça de morte, ele proíbe a sua tradução e publicação. Um estudioso judeu conhecido (Dibre David) escreve:

“Se os gentios souberem o que estamos ensinando contra eles, eles iriam nos matar.” As leis secretas judaicas são baseadas no princípio fundamental que afirma:

“Só o judeu é humano. Em contraste, todos os não-judeus são animais. Eles são feras em forma humana. Qualquer coisa é permitida contra eles. O judeu pode mentir, enganar e roubar a deles. Ele pode até mesmo os estuprar e assassinar.”

Há centenas de passagens no Talmude em que os não-judeus são descritos como animais. Algumas delas são:

• “Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas.” (Talmude: Baba Mezia 114b)

• “O Akum (não judeu) é como um cão. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que o não-judeu.” (Ereget Raschi Erod. 22 30)

• “Mesmo que Deus tenha criado o não-judeu, eles ainda são animais em forma humana. Não seria agradável para um judeu ser servido por animais. Portanto ele será servido por animais em forma humana.” (Midrash Talpioth p. 255, Varsóvia 1855)

• “Uma grávida não-judia não é melhor que uma besta prenha.” (Coschen haMischpat)

• “As almas dos não-judeus vem de espíritos impuros e são chamados porcos.” (Jalkut Rubeni gadol 12 b)

• “Embora o não-judeu tem a mesma estrutura do corpo que os judeus, eles se comparam com o judeu como um macaco a um ser humano.” (Schene haBerith Luchoth, p. 250 b)

A fim de que o judeu nunca se esqueça que ele está lidando com animais, ele é constantemente lembrado ao comer, na morte e mesmo através de relações sexuais. O Talmude ensina:

“Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro.” (Tosapoth, Jebamoth 94b)

“Se um judeu tem um servo ou serva não-judeus que morrem, não se deve expressar condolências ao judeu. Tu deve dizer ao judeu: ‘Deus irá substituir a tua perda’, como se um de seus bois ou burros tivesse morrido”. (Jore dea 377)

“A relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais.” (Talmude Sanhedrin 74b)

Está escrito no Talmude sobre o assassinato dos gentios;

• “É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio.” (Sepher Iḳḳarim IIIc 25)

• “É a lei matar qualquer um que nega a Torá. Os cristãos pertencem aos negadores da Torá.” (Coschen hamischpat 425 Hagah 425. 5)

• “Todo judeu que faz jorrar o sangue dos ímpios (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus.” (Talmude: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772)

Essas leis do Talmude e da Torá foram dadas aos judeus a mais de 3000 anos atrás. Elas são tão válidas hoje como eram naquela época. Esta é a forma como os judeus são ensinados desde a infância. O resultado disso está diante de nós. É o assassinato ritual judaico.

“Além disso, há uma lei sobre a matança de estrangeiros, que são o mesmo que animais. Este abate deve ser realizado de forma legalmente válida. Aqueles que não seguem a lei religiosa judaica, tem que ser oferecidos a Deus sacrifício. É a eles que o Salmo 44:22 refere-se: `Sim, por amor de ti somos entregues à morte todo o dia, fomos considerados como ovelhas para o matadouro.”
(Thikune Zohar, edição Berdiwetsch 88b)

Dr. Bischoff (o julgamento de 30 outubro – 4 novembro 1931) estabeleceu a tradução correta desta lei: Esta tradução e publicação da lei do sacrifício humano é o maior golpe que já atingiu os judeus nesta controvérsia. ESSA LEI COMANDA OS JUDEUS A ASSASSINAREM NÃO-JUDEUS. ISTO É PARA SER FEITO EM UMA “FORMA LEGALMENTE VÁLIDA”. ISSO SIGNIFICA QUE OS GENTIOS SÃO PARA SEREM SACRIFICADO DA MESMA FORMA COMO ANIMAIS. ELES DEVEM SER SACRIFICADOS AO DEUS JUDAICO. PORTANTO, ESTAMOS LIDANDO COM UMA LEI QUE NÃO SOMENTE PERMITE A PRÁTICA DO ASSASSINATO RITUAL, MAS QUE ORDENA ISSO!

Assassinato Ritual nos Estados Unidos:
Nos Estados Unidos, esse caso veio à tona em 1955, em Chicago, com o sequestro e assassinato de cinco crianças naquele ano, no tempo do grande festejo judaico. Os corpos das crianças mostram que elas foram assassinadas em conformidade com as leis rituais judaicas. Chicago é também uma área de comunidades judaicas grandes e poderosas. As vítimas do homicídio eram John e Anton Schuessler Jr., Robert Peterson, Barbara e Patrícia Grimes.

Os fatos do caso revelam:
Eles haviam sido mantidos vivos por algum tempo depois de terem sido sequestrados. Seus corpos estavam nus. Marcas de ligaduras sugerem que haviam sido amarrados pelos pulsos e foram mantidos em confinamento antes de serem sangrados por pequenos cortes e perfurações. As marcas no corpo de um combinam com os tapetes de um automóvel de luxo Packard, então os assassinos eram muito provavelmente de classe alta.

As duas meninas tinham sido repetidamente perfuradas com um objeto pontiagudo na parte superior do tronco, coxas e nádegas. Isso pode ter sido parte do processo de coleta de sangue. Os dois meninos mostraram sinais de terem sido pregadso pelas mãos e pés, além de lesões na boca e nos olhos. Ambos os grupos de vítimas revelaram evidências semelhantes o suficiente indicando que os assassinatos foram cometidos pelo mesmo grupo de assassinos.

Algo mais revelador:
Uma das feridas das vítimas continha um grão indeterminado, possivelmente trigo. Os judeus são conhecidos por usar sangue humano a partir de tais rituais para a criação de refeições à base de trigo, como bolas de Matzot embebidas no sangue das vítimas de tais rituais. Neste caso, foi abertamente declarado no Chicago Sun-Times: “culto religioso pode estar envolvido.”

Observe que este apenas afirmou que foi “culto religioso” e nada mais, indicando que poderia ser qualquer um ou qualquer coisa, mas como os judeus reagiram? Imediatamente depois de o artigo ser lançado, frotas de caminhões foram enviadas e todos os jornais e foram retirados das bancas e literalmente queimados. Os judeus, a partir dos escritos de Crowley, fizeram o mesmo na Inglaterra, onde tais fatos foram ao menos trazidos à luz em relação a tais casos, até mesmo indo tão longe para comprar todas as cópias de cada livro ou jornal para queimá-los.

Outro caso recente dos judeus fazerem isso foi quando Toafler, o filho do Rabino Chefe de Roma e professor de história em Israel, escreveu o livro “Páscoa de Sangue”, que é um registro dos assassinatos rituais judaicos na Itália medieval. A principal fonte de documentação do Toafler foi a partir dos folhetos da sinagoga da época dos assassinatos. A rede judaica combinada moveu céus e terra para banir, remover e queimar todas as cópias feitas.

Agora, de volta ao caso de 1955, observe como os judeus trabalharam para encobri-lo ainda mais: O xerife judeu do condado, de nome Lohman, enviou um deputado judeu, Horowitz, para investigar o pai de dois meninos assassinados. Lohman fez isso de modo a transferir a culpa e ser capaz de colocar a família gentia sob prisão domiciliar, tornando impossível para eles falarem com alguém sobre o caso. Então Lohman, o xerife judeu, rapidamente ordenou outro judeu sob seu comando, Gloss, para chefiar a “investigação”.

Dois outros detetives gentios sobre o caso, Tenentes Lynch e McMahon, declararam que os investigadores do Condado de Cook “destruíram provas, ameaçaram testemunhas e trabalharam para impedir sua investigação a todo momento”.

O pai foi condenado pela Polícia para um manicômio (mesmo depois de passar testes de detector de mentiras) sob o controle de um médico judeu, Leon Steinfeld, onde ele literalmente morreu no mesmo dia. O relatório oficial foi que ele morreu de causas naturais, sendo um ataque cardíaco. No entanto, revelou-se muito pouco tempo depois que ele foi assassinado por tratamentos de eletrochoque, realizados por ele dentro de algumas horas depois de sua chegada.

O legista do Condado de Cook, um gentio chamado Dr. Thomas McCarron, abertamente chamou Steinfeld de um assassino e mentiroso, após documentos importantes para esse fato seram trazidos para a Procuradoria da República. Pouco tempo depois a casa do Dr. McCarron foi bombardeada e ele foi condenado a ficar em silêncio pela Procuradoria Distrital. Nada mais veio da investigação fraca sobre o caso.

Mais tarde, Steinfeld, depois de fugir do País, foi encontrado morto em um quarto de hotel com o que parecia ser um suicídio. A família dos dois rapazes assassinados então recebeu cem mil dólares por parte da comunidade judaica local para ficar em silêncio. Obviamente, isto não é o único caso na América. Trabalhadores uma vez derrubaram uma sinagoga em Manhattan, em 1989, e encontraram o esqueleto de uma menina jovem no porão de carvão.

Note-se que a cada ano, milhares de crianças gentias desaparecem nos Estados Unidos, muitas perto do tempo dos principais feriados judaicos, como Páscoa, quando tais rituais são realizados. Por que não há corpos aparecendo? Um olhar sobre os nomes dos proprietários de muitas fábricas de processamento de animais revela que sejam propriedade de judeus. Tu podes somar dois e dois juntos com isso. Afinal de contas, pelas próprias palavras e ações dos judeus, nós somos não mais do que animais para eles.

Bons autores e estudiosos sobre o assunto: Dr. Arnold Leese, Dr. Hellmutt Schramm, Dr. Philip Devier, Dr. Harrell Rhome, Dr. Edward Fields, promotor e membro da Duma, G. G. Zamyslovsky.


Outras verdades repulsivas sobre os judeus:
Roma, Itália – As polícias italiana e russa trabalharam juntas, demantelaram uma quadrilha de gangsters judeus que estiveram envolvidos na fabricação pornografia snuff de estupro infantil.

Três judeus russos e oito judeus italianos foram presos depois que a polícia descobriu que eles sequestraram crianças não-judias entre as idades de dois e cinco anos de orfanatos russos, estuprando as crianças e, em seguida, assassinando-as em filme. A maioria de clientes não judeus, incluindo mil e 700 em todo o país, 600 na Itália, e um número desconhecido nos Estados Unidos, pagaram até 20 mil dólares por filme para assistir crianças pequenas a serem estupradas e assassinadas.

Funcionários judeus em uma grande agência de notícias italiana tentaram cobrir a história, mas foram contornados pelos repórteres italianos, que difundiram cenas dos filmes ao vivo em horário nobre na televisão italiana para mais de 11 milhões de telespectadores italianos. Funcionários judeus, em seguida, despediram os executivos responsáveis, alegando que eles estavam a espalhar “calúnias de sangue”.

Ao longo da história, vários grupos acusaram seitas judaicas de assassinar ritualmente crianças pequenas. Um desses relatos, de Hugh de Lincoln, levou à expulsão de todos os judeus da Grã-Bretanha no século XIII. Esses relatos têm sido geralmente desacreditados, mas ainda assim são tão difundidos que as organizações judaicas deram um nome para eles: “calúnias de sangue”.

O grupo americano da ADL foi fundado para defender um judeu, Leo Frank, acusado de estuprar e matar uma menina de cinco anos, Mary Fagan, em sua fábrica de lápis em Atlanta, em 1913. A ADL reivindica que ele era inocente. Uma multidão o linchou após o governador comutou sua sentença de morte para prisão perpétua.
Embora AP e Reuters ambos correram histórias sobre o episódio, conglomerados de mídia dos Estados Unidos recusaram-se a levar a história em noticiários de televisão, mais uma vez, a dizer que a história possa por os americanos contra os judeus.

Gângsteres judeus na Rússia tornaram-se cada vez mais ligada ao tráfico de “escravos brancos” e prostitutas através de Israel, de acordo com um relatório recente do Jerusalem Post. Israel põe oficialmente um olho cego à prostituição forçada, e não pune cidadãos israelitas que optam por possuir “escravos sexuais”, desde que os escravos sejam estrangeiros e não judeus.

De acordo com a Enciclopédia do Talmude: “Aquele que tem conhecimento carnal da esposa de um gentio não é passível de pena de morte, porque está escrito: ‘a mulher do teu próximo’ ao invés de ‘esposa do estrangeiro’, e até mesmo o preceito de que um homem ‘se unirá à sua mulher’ é dirigido aos gentios e não se aplica a um judeu, assim não há matrimônio para um pagão, e apesar de uma mulher gentia casada ser proibido aos gentios, em qualquer caso, um judeu está isento. Isso não implica que a relação sexual entre um homem judeu e uma mulher gentia seja permitido – muito pelo contrário, mas o principal é a punição infligida sobre a mulher gentia, ela deve ser executada, mesmo que ela tenha sido estuprada pelo judeu: ‘Se um judeu tem o coito com uma mulher gentia, se ela for uma criança de três anos ou uma adulta, casada ou solteira, e até mesmo se ele for menor idade de apenas nove anos e um dia, pelo fato dele ter coito intencional com ela, ela deve ser morta, como é o caso com um animal, porque através dela um judeu começou a ter problemas. O judeu, no entanto, deve ser açoitado, e se ele é um Cohen (membro da tribo sacerdotal), ele deve receber o dobro do número de chibatadas, porque ele cometeu um crime duplo: um Cohen não deve ter relações com uma prostituta, e presume-se que todas as mulheres dos gentios sejam prostitutas.
-Israel Shahak, História Judaica, Religião Judaica, Pluto Press, Londres 1994, página 87


Ligação britânica dos “Videos Snuff”

Jason Burke, em Londres, Amelia Gentleman em Moscou, Philip Willan no Observer Roma – domingo, 01 de outubro de 2000

A Grã-Bretanha é um elo fundamental na maior investigação internacional da produção e fornecimento de filmes pedófilos “snuff” – em que as crianças são assassinadas em filme – uma investigação do Observer pode revelar.

O principal suspeito no inquérito, um russo que foi detido na semana passada em Moscou pela distribuição de milhares de sádicos vídeos e fotos pornográficas infantis, foi investigado após a apreensão de seus produtos a partir de pedófilos britânicos.

Vladimirovich Dmitri Kuznetsov, um ex-mecânico de automóveis de 30 anos de idade, em Moscou, foi identificado após aduaneiros e policiais britânicos investigarem a origem de vídeos pornográficos infantis violentos encontrados desde o Reino Unido até a Rússia.

Na semana passada, a polícia italiana apreendeu 3 mil dos vídeos de Kuznetsov em seu caminho para os clientes na Itália, o que provocou uma caçada internacional para pedófilos que compraram seus produtos. Os investigadores italianos dizem que o material inclui imagens de crianças que morrem durante os abusos. Os promotores em Nápoles estão considerando cobrar aqueles que compraram os vídeos com cumplicidade em assassinato. Dizem que alguns podem ter solicitado especificamente filmes de assassinatos.

As autoridades britânicas confirmaram ontem que dezenas de vídeos de Kuznetsov, produzidos em seu pequeno apartamento no bairro degradado de Vykhino em Moscou, foram encontrados no Reino Unido. Eles estão preocupados que os filmes “snuff” em que as crianças são mortas também possam ter sido importados.

Cerca de uma dúzia de homens britânicos já foram presos e acusados de crimes ligados às fitas russas. Uma segunda rede russa de pornografia infantil, que supostamente tinha um distribuidor britânico, foi desmantelada no início deste ano. A investigação sobre a importação de pornografia infantil violenta russa que levou à identificação e posterior prisão de Kuznetsov, começou há cerca de 15 meses atrás, depois da Alfândega apreender o material que entra no país. Desde então, houve dezenas de outros achados.

“Nós vimos algumas coisas muito, muito desagradáveis a envolver abuso sádico de crianças muito pequenas, mas mortes reais nos filmes leva a um novo patamar. Isso é muito preocupante”, disse um funcionário sênior da alfândega neste fim de semana.

Pedófilos britânicos estavam a pagar entre £50 e £100 para as fitas de Kuznetsov, disse o oficial. Outras taxas foram pagos para o acesso a um site que apresenta imagens de abuso extremamente violento.

Apesar de dois homens presos com Kuznetsov também serem presos por autoridades de Moscou, apenas um dos três permanece atrás das grades. Dmitri Ivanov foi condenado a 11 anos por realmente participar do abuso que estava a ser filmado. Os outros foram liberados sob uma anistia que visa limpar prisões superlotadas na Rússia.

Quando os policiais do Departamento de Investigação Criminal de Moscou invadiram Kuznetsov do apartamento, encontraram dois rapazes em um estúdio improvisado. Eles apreenderam uma enorme quantidade de filmes e outros materiais pornográficos, bem como listas de clientes na Itália, Alemanha, Estados Unidos e Grã-Bretanha.
Na semana passada, os detetives italianos adentram-se após meses de investigações, e prenderam oito pessoas. A polícia procurou mais de 600 casas e dizem que agora têm provas contra cerca de 500 pessoas. Entre os suspeitos, estavam empresários, funcionários públicos e um estudante universitário. Vários deles eram casados, com seus próprios filhos. Centenas de pessoas também estão sob investigação na Alemanha.

Os vídeos russos, que haviam sido encomendados pela internet, foram interceptados quando vieram para a Itália por via postal, reembalados e em seguida, entregues por policiais à paisana. Eles custam entre £300 e £4000, a depender do tipo de filme.

Filme de crianças nuas ou despidas era conhecido como vídeo “Snipe”. A categoria mais terrível foi a palavra chave “Necros Pedo”, em que as crianças foram violadas e torturadas até a morte.

Polícias na Rússia e no Reino Unido acreditam que Kuznetsov e seus associados estão no negócio por mais de dois anos, tempo em que acredita-se que tenham recrutado cerca de 100 meninos com idades entre 9 e 15 para serem filmados.

“A maioria das crianças foram reunidas de estações ferroviárias. Muitos deles vieram dos subúrbios, ou regiões vizinhas e eram de famílias carentes, com problemas”, disse Kiril Mazurin, um porta-voz da polícia.

“Normalmente, quando as crianças como essas chegam à capital, que não têm ideia para onde ir e ficam em volta da estação. É muito fácil para esse tipo de criança com a promessa de uma cama quente ou uma ida ao cinema”.

Muitos foram atraídos de orfanatos. “As crianças não estão presas”, disse Mazurin. “Qualquer pessoa pode vir e prometer-lhes uma refeição no McDonalds. Não é preciso mais do que isso.”

Algumas crianças recebiam uma comissão para encontrar outros garotos dispostos a serem filmados, de acordo com relatos da imprensa russa, por uma taxa de entre 100 e 300 rublos (£2,50 a £7).

Kuznetsov tinha desistido de seu trabalho em 1998 para dedicar-se à lucrativa indústria da pornografia. Um especialista em informática autodidata, ele estava no processo de atualizar seu equipamento para lhe permitir enviar vídeos diretamente por correspondência electrônica para os clientes, quando a polícia o descobriu. Muitos clientes repetidamente pediram vídeos dele. O jornal napolitani Il Mattino, publicou uma transcrição de uma suposta troca de correspondência electrônicas entre um potencial cliente e os fornecedores.

“Prometa-me que não estás a me roubar”, diz o italiano.
“Relaxe, posso garantir-lhe que este realmente morre”, o russo responde.
“A última vez que eu pago e não consegui o que eu queria.”
“E o que queres?”
“Vê-los morrer.”


www.whale.to/b/amnesty.html

Anistia: Israel Falha em Lidar com Tráfico de Escravas Brancas, por Dan Izenberg e Heidi J. Gleit
Sexta-feira, 19 de maio, 2000 (14 Iyar 5760)

JERUSALÉM (19 Maio) – Israel não tomou as medidas adequadas contra os abusos dos direitos humanos das mulheres que foram trazidas para cá e forçadas a oferecer serviços sexuais, a Anistia Internacional cobra.

“É isso’ – disse um relatório especial da Anistia sobre o tráfico de mulheres da antiga União Soviética”, embora muitas delas tenham sido submetidas a violações de direitos humanos, tais como a escravidão ou tortura, incluindo estupro e outras formas de abuso sexual por traficantes, cafetões ou outros envolvidos na indústria do sexo de Israel.” A Anistia Internacional também criticou Israel por não fornecer um procedimento para conceder asilo a mulheres que foram contrabandeadas para o país, muitas vezes com base em falsas promessas de trabalho que não têm nada a ver com sexo.

“Lutar contra o tráfico de mulheres e mulheres estrangeiras trazidas aqui para trabalhar como prostitutas é uma prioridade para a Polícia de Israel, mas é um fenômeno muito difícil de combater”, investigador comandante Yossi Sedbon disse ontem. “Um dos principais problemas é que não existe uma lei contra a venda de mulheres”, explicou, acrescentando que ele está ciente das iniciativas para aprovar tal lei e espera que elas sejam bem sucedidas.

O ministro da Justiça Yossi Beilin disse aos representantes da Anistia Internacional ontem que o vice-procurador-geral Yehudit Karp está a preparar uma alteração à Lei Penal, que iria abordar o fenômeno do tráfico e fornecer imunidade para as mulheres traficadas. Ele previu que a legislação seria apresentada ao Knesset na sua sessão de inverno. De acordo com a Anistia Internacional, centenas de mulheres são apresentadas a Israel a partir da antiga União Soviética a cada ano. Segundo a Anistia Internacional, Israel é obrigado pelo direito internacional e pelos pactos internacionais que assinou para acabar com o tráfico sexual.

A polícia está prendendo suspeitos sob acusações relacionadas, tais como sequestro, prostituição, estupro e agreção de mulheres, disse Sedbon. O outro grande problema é que as mulheres têm medo de apresentar queixas policiais e testemunhar contra os cafetões, disse ele. Uma vez que a maioria delas está ilegalmente no país, elas estão com medo de se aproximar da polícia. O medo de represálias pelos cafetões paralisa-as ainda mais. A polícia tenta contornar essa situação, tanto com a promessa de proteger os queixosos e iniciar operações para recolher provas e invadir bordéis, disse ele.

Uma complicação adicional é que os promotores precisam das mulheres que se queixam para testemunharem nos processos judiciais contra os cafetões, que pode ser meses após a queixa inicial, são arquivados. Uma vez que as mulheres estão aqui ilegalmente e há uma chance de que os cafetões irão prejudicá-las se elas forem deixadas à própria sorte aqui, elas muitas vezes acabaram na prisão até o julgamento ser concluído. Sedbon disse que eles agora tentam enviar as mulheres para casa e trazê-las de volta para o julgamento. Sedbon recusou a comentar sobre as denúncias contra o chefe de polícia de Afula, capitão Shlomo Marmelstein e o chefe de polícia de Tel Aviv comandante Shlomo Aharonishky, por não agirem contra o problema, dizendo que eles não poderiam comentar sobre casos específicos.
Sedbon enfatizou que a questão é uma prioridade para a polícia e que a divisão de crimes graves de cada distrito policial esteja lidando com o problema. Estatísticas da polícia divulgadas no início deste ano mostram um aumento no número de casos abertos contra cafetões: 279 em 1997; 370 em 1998 e 506 em 1999. Sedbon também disse que apenas uma minoria das mulheres estrangeiras que trabalham aqui como prostitutas são sequestradas e forçadas à prostituição.


Judeus são permitidos pelo deus deles para manterem escravos. Israel desses dias aproveita essa permissão divina. “Seus escravos e escravas estão por vir das nações em torno de vós; de lá poderás comprar escravos. Tu também podes comprar alguns dos residentes temporários que vivem entre tu e os membros de teus clãs nascidos em teu país, e eles se tornarão tua propriedade. Tu podes querê-los para teus filhos como propriedade herdada e pode torná-los escravos para a vida, mas tu não deves governar impiedosamente sobre teus companheiros israelitas”. (Levítico 25:44-46) www.ety.com/HRP/jewishstudies/snuffporn.htm
“O assassinato ritual de Andrei, ‘Alilath Seker’, a lama encontrada, nos termos hoje, proveu dinheiro do suborno e despesas (por judeus) para combater as calúnias de sangue.” – Dr. Philip Devier, “Blood Ritual”

Em 1911, Kiev, Rússia, ocorreu o caso mais notório de assassinato ritual. O corpo de Andrei Youshchinsky, uma criança da área local, foi encontrado em uma caverna, drenado de todo o seu sangue e um judeu local, Beiliess, foi acusado do crime. Judeus de todo o mundo gastaram o equivalente aos moderno 115 milhões de dólares para esconder os fatos do caso e para sua defesa. Após a descoberta do corpo, a polícia prendeu a mãe e não lhe permitiu assistir o enterro de seu filho. Durante este tempo, a família foi abordada por um advogado local judeu que tentou suborná-los em silêncio. Jornais de propriedade judaica então tentaram difamar a mãe com as falsas alegações de que ela administrava uma rede criminosa que matou seu filho. Mais uma vez, o judeu é o mestre de projeção de culpa e mentiras.

Várias testemunhas, incluindo duas crianças da família Chebariak, que testemunharam o sequestro de Andrei por judeus locais, foram assassinadas durante o caso. Também foi revelado que o chefe local da polícia plantou provas falsas para colocar Beiliess fora do rastro do assassinato. As crianças que estiveram com Andrei no momento do rapto e que foram testemunhas, foram todas presenteadas com pedaços de bolo pelo investigador. Todos os três se tornaram solidariamente doentes no dia seguinte e morreram, uma sobreviveu depois de estar doente durante meses, e quando se recuperou, ela testemunhou no tribunal com o seguinte: “Começamos a fazer um bolo de barro e de repente Beiliess e dois outros judeus correram atrás de nós. Nós saltamos e tentamos fugir. Andrei e meu irmão (Zhenya) foram pegos por Beiliess e os outros judeus, mas meu irmão se libertou dos judeus que então arrastaram Andrei. Minha irmã (Valentina) também viu isso.” -Testemunho da filha de Chebariaks no tribunal.

John Grant, o consulado americano em Odessa, Rússia, relatou na época os resultados do júri. O júri tinha encontrado oficialmente que “Um menino, Andrei, em Kiev, Rússia, tinha sido morto por judeus fanáticos, e que os judeus para propósitos ocultos, tinham drenado cuidadosamente todo o sangue da criança até morrer, e que era exemplo de assassinato ritual judaico, e que Beiliess era inocente.”

Enquanto o assassinato, que comprovadamente ocorreu no interior da sinagoga de uma fábrica local de tijolos de propriedade e administração judaica, não foi possível ao júri determinar com certeza se era Beiliess que havia usado o instrumento que perfurou Andrei mais de 45 vezes ao redor de seu corpo, matando-o, ou que havia drenado tanto sangue possível com cuidado do corpo de Andrei no processo. Afirmou-se que as marcas de perfuração no lado da cabeça da criança foram feitas especificamente para uma parte especial do ritual como um sacrifício de forma que os judeus pudessem derrubar o Czar.

Medel Beiliess foi livre porque 6 dos 12 membros do júri não puderam determinar se ele havia assassinado a criança (apesar de haver uma testemunha ocular, a filha sobrevivente de Chebariaks). Ele foi um dos sequestradores de Andrei, juntamente com dois outros judeus, e muitas testemunhas haviam sido mortas, juntamente com muita evidência que foi destruída e coberta antes do julgamento, por parte dos judeus.

Em 1917, G. G. Zamyslovsky, o promotor, escreveu um livro de 525 páginas sobre o assunto chamado “O Assassinato de Andrei Youshchinsky”, no qual ele detalhou os fatos do caso com profundidade. Durante a revolução judaico-bolchevique, Zamyslovsky recebeu um julgamento-espetáculo pela Cheka judaica e depois foi assassinado por eles, principalmente por seu livro sobre o assunto, que revelou todos os aspectos do caso. Seu livro foi então ordenado até 1997 para manter o conteúdo em segredo. Os judeus também executaram o juiz do caso e todas as testemunhas sobreviventes originais.

VOLTAR PARA O VERDADEIRO HOLOCAUSTO