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Expondo a Corrupção Espiritual:
Alquimia Espiritual e a Bíblia

O verdadeiro satanismo baseia-se nas antigas religiões que antecederam o judaísmo, o cristianismo e o islamismo de centenas a milhares de anos. As cores tradicionais preto e vermelho usadas no satanismo, datam ao Egito Antigo e são símbolos espirituais de transformação. As religiões antigas foram baseadas em completar o trabalho do nosso Criador Satan: o de transformar a alma humana à deidade e alcançar poder e imortalidade como de um deus. O Reino de Satan foi roubado dele.

A bíblia judaico-cristã é uma corruptela de material roubado que tem sido usada para escravizar a humanidade espiritualmente. Todas as lendas dos Deuses são alegorias. Vaticano e companhia ganharam riquezas, poder e controle, forçando as pessoas a acreditarem que essas alegorias são lugares e personagens literais.

A conclusão da obra, que é conhecido na alquimia como a “Magnum Opus”, tem seu fundamento na kundalini. A serpente kundalini está enrolada na base da coluna vertebral. Através da meditação, a serpente de fogo sobe. Isto é o que chamam de “Invocar o Diabo”. Há 33 vértebras no na coluna vertebral humana. Muitas vezes ouvimos o termo “33 graus maçons” ou que o nazareno fictício viveu 33 anos. A serpente kundalini sobe pelas 33 vértebras da coluna.

Os sete chakras são também muito importantes na obra. Quando a kundalini sobe, ela deve perfurar cada um dos sete chakras. É por isso que há tanta ênfase sobre o número sete em muitos textos espirituais antigos e também o que foi corrompido na bíblia judaico-cristã. Os líderes cristãos enganam os seus seguidores ao fazê-los acreditar que as lendas roubados na bíblia são reais. Através desta engano, o Vaticano e as igrejas cristãs obtiveram riqueza e poder inacreditáveis. Esse poder não é apenas no mundo material, mas no espiritual. Todo o conhecimento espiritual foi sistematicamente removido com a Inquisição. Aqueles que estão no topo são hábeis em magia negra e tem avançado ao poder espiritual, enquanto que o resto da humanidade sofre sob seu controle.

Somos ensinados que muitas pinturas antigas são do nazareno, “Virgem Maria” e afins, porém são na realidade dos Deuses original, como Marduk (Amon Rá) e Astaroth. A Magnum Opus idealmente começa na primavera, quando o Sol está em Áries, assim, o homem de pé com o cordeiro. O auréola é o kundalini erguida e a aura vibrante de força vital. O Igreja Católica roubou isso e promoveu isso como seu nazareno fictício. O pictograma para o signo de Áries pode ser facilmente visto no Sigilo de Astaroth:

(Todos os Sigilos dos Demônios são desenhos de importantes símbolos alquímicos).
A história da criação no livro do Gênesis é outra alegoria: “Deus cria o universo em ‘sete dias’. No sétimo dia Ele descansou”. Aqueles de nós que foram educados sabem quando a serpente kundalini ascendeu através dos seis chakras e passou pelos três “nós” (trindade), o sétimo é fácil. Na verdade, “Céus” é uma palavra chave para o sétimo chakra. Todos nós já ouvimos a expressão “Sétimo Céu”. “Deus” é uma palavra chave para nós mesmos e também a palavra “Deuses” é um código para os chakras em muitos textos antigos. “Inferno” é uma palavra chave para o chakra base, ou “o mundo inferior”, onde ardente serpente kundalini está adormecida.

A árvore no “Jardim do Éden” da bíblia foi roubada de muitas religiões diferentes anteriores ao cristianismo e simboliza um mapa da alma humana, o tronco da árvore representando a coluna vertebral humana, com os ramos que simbolizam os 144.000 nadis. “Adão e Eva” simbolizam o Ida e a Pingala, onde os dois se encontram e tornam-se um. Com a kundalini erguida e a fusão do ida e da pingala no sexta chakra, a gnose é obtida e os olhos espirituais são abertos. Isso foi originalmente simbolizado pelo “Olho de Horus”, o “Olho Que Tudo Vê” egípcio, que também simboliza a glândula pineal que é o centro psíquico do cérebro:


O olho separado no topo da pirâmide simboliza o trabalho não finalizado do nosso Criador Satan.
O número 12 é ubíquo em muitos textos antigos e também no material roubado da bíblia. O número 12 simboliza os 12 passos da Magnum Opus, que são com base nos 12 signos do zodíaco.

Gênesis 1
1 No princípio criou Deus os céus e a terra.
O céu e a terra simbolizam respectivamente os chakras da coroa e da base.

2 E a terra era sem forma e vazia, e havia trevas sobre a face do abismo. E o Espírito de Deus pairava sobre as águas.
“Sem forma e vazia” representam o que é conhecido como a fase “caos” na Magnum Opus.

4 E Deus viu que a luz era boa, e fez a separação entre a luz e a escuridão.
A luz é onde se cria o que é conhecido como a matéria prima, a fundação da pedra filosofal. Isto é feito pela condensação do bioeletricidade/chi em uma bola de luz.

5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
Este é um primeiro passo e fundação, portanto, “o primeiro dia”.

16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
17 E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,
18 E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.

Os versos acima sobre os “dois grandes luminares” simbolizam o chakra do coração, onde “Céu” e “Terra” se encontram. Como podemos ver no ponto para baixo do Sigilo de Satanás, do Pentagrama Satânico e do Bafomé, a luz desce através do o chakra da coroa para o chakra da base:

20 E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus.
“O elixir da vida, as águas abençoadas, penetram até eles [os metais/chakras] e desperta-os de seu sono.” Isto é o que é conhecido como o “orvalho” que é excretado pela glândula pineal, como resultado de meditação de poder. Aves são também símbolos muito importante na alquimia.

27 E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
31 E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

Do texto acima, mais uma vez a alegoria é pervertida e distorcida. O “sexto dia” é o sexto chakra, onde o ida masculino e a pingala feminina se encontram.

Gênesis 2:3 – E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou, porque nele havia descansado de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.
Aqui é outra alegoria alquímica que foi roubada e torcida. Quando o alquimista completou sua/seu trabalho, ele/ela descansa. “Deus” = NÓS MESMOS!

A saga da Gênesis continua, tudo roubado e corrompido das religiões que antecederam o cristianismo.

Gênesis 3:3 – Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.

Há o estágio na alquimia onde se sofre uma morte da matéria prima. Este é conhecido como “nigredo”, a fase “negra”.

• “O, a fase inicial negro da opus alquímica, em que o corpo do metal impuro, a matéria da Pedra, ou o estado obsoleto de ser é assassinado, apodrece e dissolvido na substância original da criação, a matéria prima, a fim de que ela poça ser renovada e renascida em uma nova forma.” ¹

Aqui é onde o nazareno fictício também foi inventado. O nazareno foi roubado de mais de 18 Deuses pagãos que foram “crucificados” em uma cruz ou pendurados em uma árvore. Tudo isso é uma alegoria, por exemplo: O deus nórdico Odin pendurou-se em uma árvore e sofreu uma espécie de morte para obter conhecimento. Através do renascimento, ele obteve gnose. O cruz representa os importantíssimos quatro cantos. Este é também o significado da carta do homem pendurado no Tarô. A Fênix egípcia tem o mesmo significado – renascimento através fogo. O eclipse teria ocorrido durante a suposta “crucificação” do nazareno que também simboliza o estágio nigredo. Esta fase é também simbolizada pelo corvo negro e o Sol Negro.

3:4 Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
A serpente kundalini transforma, mas não mata.

3:5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.
Esta é a gnose que as Igrejas cristãs e seus comparsas nefastos têm incansavelmente trabalhado contra. Uma vez que nossos olhos são abertos, não podemos mais ser enganados por NENHUMA mentira!

3:7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
A nudez é outra alegoria do renascimento. Todo mundo nasce nu.

Agora, temos “Noé” e a arca, que foi roubado da epopeia suméria de Ziusudra.

• “O dilúvio de Noé é símbolo da dissolução da matéria da Pedra para a matéria prima durante o nigredo. Nesta fase da obra, o princípio frio, úmido, feminino (Luna) é dito dominar o aspecto quente, coagulação seca, masculino da opus (Sol).” ²

O elemento água é feminino, enquanto que o elemento fogo é masculino. Esta etapa da opus é simbolizada por uma inundação de energia, que é simbolizada pelo dilúvio. A inundação é outra alegoria de morte e regeneração.

A arca em si é um símbolo do corpo humano. A alegoria do corvo não retornar a arca é um símbolo da fase ainda não concluída. A “pomba” simboliza o estágio branco também conhecido como “albedo”.

• “O albedo ocorre após a matéria enegrecida, o corpo do metal putrefato ou a matéria para a pedra, morta no fundo do alambique, foi lavado a brancura pelas águas mercuriais”. ³

É facilmente perceptível como essa alegoria foi corrompida em um assumido real evento, preenchido com os personagens.

8:4 E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre as montanhas de Ararate.
NOVAMENTE, o número sete e “descanso”. Isto simboliza o sétimo chakra, que é felicidade sem esforço e as “montanhas de Ararat” simbolizam o trabalho concluído, que foi ROUBADO do significado das pirâmides egípcias – o ápice no topo que tem o sua base nos quatro cantos.

Agora, eu também poderia acrescentar aqui: para os tolos que culpam Enlil (Belzebu) por tentar afogar a humanidade – CAIAM NA REAL!!!
O conhecimento vem de Satan.

9:13 O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.
9:14 E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens.
9:15 Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne.

O “arco” é o arco-íris, as cores iridescentes que indicam que outra maior etapa da Magnum Opus foi concluída. Esta fase, eu poderia acrescentar, TAMBÉM É SIMBOLIZADA PELO PAVÃO. O PAVÃO É UM SÍMBOLO E É SAGRADO PARA SATAN!

O versículo 13 diz: “Um pacto entre mim e a terra”. “Deus” é outra palavra chave alquímica para o chakra da coroa, ou “céu” (os três principais chakras são também simbólicos dos “céus”) “paraíso”, “felicidade”, e a terra é o mundo inferior, simbolizada pelos três chakras inferiores. Isso indica que o “céu” e a terra foram fundidas no chakra do coração.

Os seguintes livros bíblicos são a história fictícia do povo judeu. A “Torá” foi roubada e corrompido do Tarô egípcio. A “Torá” é também conhecido como “Pentateuco”, os cinco livros de “Moisés” (outro personagem fictício). Pode-se ver que isso foi roubado dos cinco naipes do Tarô: paus (naipe de fogo), ouros (naipe de terra), copas (naipe de água), e espadas (naipe de ar) e, claro, o naipe de trunfos, que representa o elemento da quintessência.

• “O estágio nigredo termina na superfície de um aspecto estrelado, que é comparado ao céu da noite que informou aos pastores e reis que uma criança nasceu em Belém.” 4

NOVAMENTE, isso é simbólico e indica outra etapa da obra, quando se pode ‘ver’ À luz da pedra chi no vazio negro, quando os olhos estão fechados, durante meditação. Os “Três” Reis Magos representam as três fases do trabalho. O fictício nazareno – a pedra (que nasceu a partir do trabalho).

• “Há três pedras ou três obras, ou três graus de perfeição, dentro o trabalho”. 5

Aqui vamos nós outra vez com alegorias distorcida com relação ao nazareno fictício – as “Crucificações” – os outros dois foram crucificados com o nazareno, fazendo três.

Eu poderia continuar ininterruptamente, citando versículos bíblicos e revelando como eles foram roubados e corrompidos. o personagem do nazareno, que foi inventado a partir de uma alegoria tem servido para:

1. Remover todo o conhecimento espiritual e substituí-lo por besteira. O lixo “Jesus salva” (ad nauseum) e o “nascer de novo” foram distorcidos e incorporados a este personagem fictício. Em outras palavras, iludidos foram enganados a acreditar que esse personagem vai cuidar de todo o espiritual, enquanto eles estiverem em conformidade a ordem do dia.

2. O personagem “Jesus” atuou como política para controle de pensamento. Guerras foram travadas várias vezes em crenças e ideias. Quando o inimigo controla o que está na mente da humanidade, o inimigo, em seguida, controla a humanidade.

3. Pelo fato do nazareno ser fictício, ele pode ser qualquer coisa e qualquer um. Ele é tudo o sistema atual reivindicar e ditar. Ele muda com os tempos e está em conformidade com qualquer agenda.

É hora de todos acordarem para a corrupção espiritual, que fez a humanidade ceder trilhões e trilhões de dólares, almas condenadas, guerras desnecessárias, retenção da ciência [perigosamente], e tudo mais a que os parasitas kosher levaram seus seguidores gentios iludidos.

Referências:
1 A Dictionary of Alchemical Imagery por Lyndy Abraham © 1998
2 Ibid
3 Ibid
4 The Hermetic Museum: Alchemy & Mysticism por Alexander Roob © 2001
5 Alchemy: The Secret Art por Stanislas Klossowski de Rola © 1973
Le Mystère des Cathédrales por Fulcanelli © 1964

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