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A Voz dos Nossos Ancestrais

A Branca de Neve Pagã e a Rainha Má Cristianismo,
Pelo Reichsführer-SS Heinrich Himmler

Lá estão eles pendurados na parede, 196 pequenas placas de molduras douradas em elipse. E ainda há muito menos do que deveria haver. Todos os quadros nas linhas superiores mostram apenas um nome com um par de datas em papel branco.

Mas nas filas inferiores, eles tornam-se vivos. Os retratos começam sobre o tempo da Guerra dos Trinta Anos. Estes são miniaturas plásticas cuidadosamente pintadas com um pincel pontudo em marfim que há muito já amarelou.

Não podemos deixar de pensar na dificuldade que o artista deve ter tido ao captar aquelas feições nobres orgulhosas com seu suave pincel de pêlo de marta. Todos os colarinhos brancos de babados, as rendas, as mangas bufantes e sobre os “cavalheiros”, os jabôs têm um efeito frívolo sobre esses retratos que datam do início do século XVIII. “Damas”? “Cavalheiros”? Não, de maneira alguma! Apesar do veludo e seda não há uma “dama” nem um “cavalheiro” entre eles. Eles são todas as mulheres e homens e que dizem muito mais do que o “cavalheiro” de hoje.

Pois eles lá na parede, novamente vivendo em seus retratos estavam livres! Este é o ponto a que chegamos, de banir os nossos ancestrais para fotos ou registros na parede a fim de dar-lhes uma fraca presença em nossas memórias embaçadas. Ancestrais? As pessoas hoje nem sequer sabem as datas do nascimento e morte de seus próprios pais. Claro, elas estão escritas em algum lugar. É uma maravilha quando se sabe até um pouco sobre seu avô, para não mencionar seu bisavô.

Quanto ao tataravô, ao todo nem se pensa sobre ele, como se nunca tivesse existido. Mais antes, muito antes, as coisas eram diferentes. Isso foi antes da palavra tornar-se mera mercadoria, usada para inventar mentiras, quando o homem ainda vivia com a sua palavra, então não era necessário escrever e registrar seus ancestrais. Esse foi um tempo em que o fluxo vivo de sangue do filho para o pai, do pai para o avô e bisavô e tataravô ainda não havia sido sufocado. Ele ainda não havia afundado como acontece hoje, nas profundezas todos os valores forasteiros dentro da mente e da alma, que a maioria de nós não pode mais ouvir o ruído, mesmo na hora mais silenciosa. Uma vez que todo o passado habitava nos corações dos vivos. E a partir deste passado, o presente e o futuro cresceram como os membros fortes de uma árvore saudável. E hoje em dia? Eles riem dos contos do nosso Volk (povo), eles nem sequer os compreendem.

No entanto, o que permanece conosco desde o “era uma vez” dos nossos contos, serve como um lembrete, um dedo nos apontando o caminho de volta para os milênios do nosso grande passado.

Tu acreditas que não haja nenhum uso para o que é do passado e se foi? Besteira! O homem em cujo seio o “era uma vez” de sua raça não é mais desperto, não tem futuro que realmente pertença a ele. Quão oportuna seria a vinda de um homem que nos ensinasse novamente o significado de nossos contos e nos mostrasse que nossa luta pela liberdade da terra que nos tem suportado foi também a luta de nossos ancestrais de centenas a milhares de anos atrás!

Tu sabias que quando lês sobre a Branca de Neve e a Rainha Má vinda das montanhas, que aquelas montanhas que ela teve de atravessar cada vez que ela vinha para matar a Branca de Neve eram os Alpes, e que a rainha veio de Roma, o inimigo mortal de tudo que é Nórdico? Pense sobre a Rainha consultando seu espelho: “Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?” Quando tu pensas deste dizer, pense sobre Roma, que não poderia descansar até que tivesse exterminado tudo que é Nórdico, brilhante e alegre, e só escuridão permanecesse como a rainha má no conto de fadas, para que ela pudesse ser a mais bela em toda a terra, depois que todo o branco estivesse morto.

Aquilo que veio das montanhas do sul até nós não tolerava nada semelhante. Tudo tinha que se ajoelhar diante dela e beijar seus pés. Quando a rainha veio dos Alpes pela primeira vez, vestida como um mascate de uma terra distante, ela ofereceu a Branca de Neve um espartilho enfeitiçado – enfeitiçado porque era invasor. Então ela puxou os laços tão apertados que Branca de Neve desmaiou e caiu. Os emissários de Roma forçaram o espírito nórdico aos laços sufocantes de conceitos estranhos e palavras enganosas. Mas o plano ruinoso da rainha não teve êxito. Os anões, os bons espíritos do Volk, vieram e libertaram a Branca de Neve. Os frísios esmagaram os emissários romanos que tentaram quebrar a força do nosso povo com suas doutrinas de miséria e servidão. Durante quase mil anos, as tribos nórdicas lutaram contra o veneno do Sinai, que gradualmente sujava seu sangue.

E quando a rainha novamente perguntou ao espelho em vão, a resposta foi: “Branca de Neve, que além das sete montanhas com os sete anões é mil vezes mais bela que tu.” Impulsionada por seu ciúme incansável, a rainha veio até ao muro de neve dos Alpes com um novo truque. Ela ofereceu a Branca de Neve um magnífico pente brilhante, a coisa mais exótica que ela já havia visto. O “Sacro Império Romano” desviou a vontade-de-ação Germânica para longe de seu curso natural. Um após o outro, os líderes Germânicos têm ido a Roma e a consequência foi tumulto e Direito Romano na nossa terra, que tem acorrentado nosso orgulho nórdico. Tudo começou com Karl, o eternamente maldito Frank, assassino de saxões.

Desde Aller a Verdun, o sangue do mais nobre do nosso povo está em suas mãos. Em reconhecimento por seus atos, os padres romanos concederam a Karl o título de “O Grande”. Silenciosa para sempre é a boca germânica que nomeou esse Frank desgraçado de “Karl, assassino de saxões”!

Apesar disso, o espírito germânico permaneceu intacto, a rainha malvada ainda não era a mais bela da terra. E assim, para uma terceira visita, ela veio e apresentou Branca de Neve com uma maçã de bochechas rosadas, porém envenenada. A primeira mordida prendeu na garganta da Branca de Neve e a levou ao desmaio como se estivesse morta. Esta maçã simboliza a rejeição da nossa própria natureza, o abandono das formas tribais. “Como se estivesse morta”, diz o conto de fadas, reconhece a enorme força que dormita em nosso povo, reconhecendo que um dia virá a grande hora quando essa força vai poderosamente se livrar das cadeias do Sinai. Está ainda por vir, nesta hora tão esperada?

“Branca de Neve” é apenas uma das centenas e centenas de antigos contos germânicos que nos lembram, com tantas imagens diferentes, das dificuldades, da opressão e da profunda sabedoria de nossos ancestrais.

E à medida que Roma batia seu chicote sobre a nossa terra, impiedosamente aniquilando toda manifestação genuína da nossa própria natureza, nossos sábios ancestrais, usando símbolos coloridos e alegóricos, teceram nesses contos um legado da nossa herança. Mas a influência de Roma estendeu por nossos contos e sagas, falsificando-os, dando-lhes um novo significado e os tornou vantajoso para a dominação romana. Assim sendo que o nosso povo já não podia entender a voz dos nossos ancestrais, que se perdeu ao longo dos séculos, tornando-se mais e mais alienados de nossas próprias maneiras e escravizados por Roma e, portanto, por Judá. Somente aquele que tem a sua própria alma vivendo e ardendo no peito que é um indivíduo – um mestre.

E aquele que abandona sua própria espécie é um escravo. A chave para a liberdade está dentro de nós! Agora, temos de ouvir novamente a voz dos nossos ancestrais e proteger a nossa essência de influências alienadas, protegendo aquilo que quer crescer das nossas próprias almas. Mais forte do que qualquer exército é o homem que detém o poder que reside dentro de si!

Reflexivamente, eu olho para as longas filas de meus ancestrais. Os últimos membros chegam tão longe que eles permanecem quase não mais que um nome e uma data em uma folha de papel. No entanto, suas vozes ganham vida em meu sangue, porque seu sangue é meu sangue.

Penso em como os frades de língua francesa vieram da Suíça para converter nossos ancestrais, os godos e os vândalos.

Mesmo seus inimigos mortais, os romanos, disseram: “Onde há godos, a virtude reina. E onde há vândalos, até os romanos se recatam.”

E para tais homens, os mandamentos do Sinai foram oferecidos como orientação de luz para suas vidas! Pode-se entender por que esses homens riram quando ouviram os mandamentos, que exigiam que eles não cometessem atos que eles nunca ao menos sonharam cometer?

Pode-se entender que eles levantaram suas espadas em ira quando os frades lhes disseram que eles “nasceram em pecado” – estes melhores dos godos, cujo nome significa “os bons”?

Não se pode entender o desprezo indizível com que estes nobres homens consideravam aqueles que lhes prometeram uma recompensa no céu para se abstiverem de fazer coisas que, de acordo com sua própria natureza, estava abaixo da dignidade até mesmo de animais?

Para esses homens, os mandamentos foram trazidos – os homens infinitamente superiores em dignidade humana e moral aos frades que as trouxeram. Por incontáveis gerações haviam vivido muito acima do patamar moral em que os mandamentos do Sinai estavam operando. Milhares de anos antes da época de “cristo” a quem os frades diziam representar, os nossos ancestrais tinham semeado as sementes da cultura e da civilização em todo o mundo em suas viagens e peregrinações frutíferas.

Quando contemplo os pequenos retratos e vejo em suas faces firmemente compostas as expressões dos meus ancestrais, que não abrigam mais conhecimento desses tempos, parece como se tivéssemos descido de uma elevada escadaria que temos de subir mais uma vez. Hoje em dia, é raro que possamos ao menos parecer como eles eram. Eles estavam em proximidade com o Pai de Todos e não precisavam chamar intermediários com auréolas quando eles queriam falar com Ele. E mesmo assim, eles não sabiam como pedir, pois eles eram muito fortes, muito orgulhosos e muito saudáveis para suplicar.

Bênçãos que precisam de oração não são bênçãos verdadeiras! Eles não queriam nada de presentes, ou eles já tinham tudo o que queriam ou, se faltava algo, eles pegavam para si. Seu credo era um ditado tão breve quanto uma piscada e tão claro e profundo como um córrego da montanha: “FAÇA CERTO E NÃO TEMA A NINGUÉM!”

Quanto a sua religião, eles não tinham a necessidade de coloca-la em palavras, que de qualquer maneira era adequada às pessoas que já eram naturalmente simples com suas palavras. Eles carregavam sua consciência espiritual profunda dentro de suas almas, que servia como a agulha de uma bússola que sempre dirige um navio no seu rumo correto.

Não era essa uma religião melhor do que aquela que devia ser escrita em um livro grosso para que não seja esquecida e que não se pode compreender corretamente até que um padre venha e interprete o que está escrito lá? E mesmo assim, um ato de fé é necessário para acreditar que essas interpretações complexas estejam corretas.

No tempo deles, a fé cresceu do sangue e era conhecida. Hoje ela deve ser aprendida, pois é uma fé alienada, incapaz de tocar as raízes do nosso sangue. É dogma e doutrina que ninguém pode saber e que a maioria de nós silenciosamente renuncia, porque é contrária à natureza e a razão. Diga-me: tornamo-nos melhores desde que assumimos esta nova religião? A grande tristeza indescritível reside no seio da maioria de nós, um sentimento ilimitado de desabrigo, porque o jeito de nossos ancestrais vive eternamente em nosso sangue nórdico como um sonho.

Queremos mais uma vez ser livres do pecado, como os nossos ancestrais eram. Estamos cansados de sermos humildes, pequenos, fracos e todas as outras coisas que exigiram de nós por um deus que despreza suas próprias criações e olha para o mundo como um antro de corrupção. Queremos ter orgulho novamente, grande e forte, e fazer as coisas por nós mesmos!

Quão diferentes são os rostos lá na parede dos rostos de hoje! Só se olhar muito de perto é que ainda se acha um traço daquela clareza das características na geração atual.

O que viveu tão dominantemente em nossos ancestrais ao ponto de aparecer em seus rostos, desapareceu no nosso sangue para sonhar. É por isso que rostos tantas vezes nos enganam hoje. Muitas pessoas cuja cor do cabelo e de olhos vêm do sul, ainda tem a maior parte de seu sangue de pais nórdicos. E muitos que parecem esquecidos pelos últimos dois mil anos, têm o cabelo brilhante e olhos cinzentos ou azuis apenas como uma máscara enganadora, pois o seu sangue não carrega nenhum traço de seus pais das Terras do Norte. O primeiro tem apenas a aparência de estrangeiro e mantém seu sangue nórdico. O outro tomou o sangue do estrangeiro e mantém seu rosto nórdico como uma máscara ilusória. Qual é o melhor?

Hoje, é preciso olhar nos olhos de uma pessoa e ver se eles ainda estão firmes, brilhantes e com força de vontade.

A alma é iluminada através dos olhos e não engana. Havia muitos rebeldes dentre aqueles lá na parede e homens que saíram de casa, muitos se recusaram se curvarem para as pessoas com poder. Eles não podiam ficar tortos, estes companheiros. Eles preferiram pobreza no exterior à submissão em casa. Mas eles não ficaram pobres por muito tempo.

Aqueles que foram para o exterior seguiram o fluxo inquieto de seu sangue que não lhes deu nenhum descanso até que eles tinham se encontrado, rejeitando o que era estranho a eles e fluindo para a corrente sanguínea de seus pais, e assim tornaram-se ligações conscientes na cadeia dos ancestrais, fechando o círculo da grande parentela.

Quando um deles chegou em casa novamente – e todos eles voltaram para casa – ele havia se tornado um homem calmo, completo. É difícil descrever esta qualidade de completude. Se os outros estão tagarelando em confusão, e tal homem pronuncia suavemente apenas um punhado de palavras, em seguida, todos os outros vão entender e tornarem-se calmos e atenciosos. E um homem não faz perguntas, os outros que lhe fazem! Olhe para os olhos deles, da mesma forma que dominaram a vida, ficaram em intimidade com a morte.

Para eles, a morte era companheira de confiança da vida. Esses mesmos olhos mostram-se entre eles até mesmo nas gerações mais recentes. Há um deles, Erik era seu nome e ele faleceu em Kemmel. O elmo de aço na cabeça parece ser uma parte dele. Sua boca é uma dura linha reta. Mas em seus olhos de vinte anos de idade cintilam uma risada silenciosa. E com essa risada, estranha à sua boca, e uma piscada, saudando com o punho contra o peito, acenando ao pisar no passado. Erik cumprimentou a morte. Eu não posso imaginar este Erik de joelhos e voz melancólica pedindo algum deus nas nuvens por misericórdia e ajuda.

Esta é a maneira que eu o imagino: saltando da espreita e com um grito feroz, mergulhando sua grande espada em um inimigo, então, ainda no mesmo salto, sendo atingido por uma flecha e recolhendo-se de volta para o chão, com seu último pensamento: “Eu dei o meu melhor para a Alemanha!”

Erik aproveitou a amarga taça com um sorriso orgulhoso e bebeu em um único gole sem fazer careta. E ele provavelmente bateu na taça com uma unha, para que todos pudessem ouvir que estava vazio.

Ele não orou: “Pai, que este cálice passe de mim.” Ele estendeu a mão e agarrou-a para ele mesmo, pois ele sabia… Tudo que é necessário é bom! Sob o retrato de Erik está seu lema, escrito em sua própria mão clara e firme: “Deixe um homem ser nobre, benevolente, leal e bom.” Será que isso não diz muito mais do que os mandamentos que Moisés tinha emitido para a ralé depravada no deserto a fim de fazer essa horda compreender os rudimentos da humanidade?

Os mandamentos foram adequados para aquela judeuzada. Mesmo os egípcios tiveram de expulsá-los de suas terras. Mesmo como escravos os hebreus eram muito malignos e infectaram a vida egípcia. Os hebreus, o povo escolhido de “deus”! É ridículo que alguém leve isso a sério. Um mandamento pressupõe uma transgressão.

Pode-se reconhecer a partir da mera necessidade para tais mandamentos (que exigem nada mais do que o comportamento mais rusticamente necessário para se atribuir a designação de “seres humanos”) para o tipo de criaturas a quais tinham sido dados, criaturas verdadeiramente designadas para exigir nada mais do que uma mera semelhança com seres humanos.

Para os homens do Norte, estes mandamentos eram uma calúnia, um insulto imperdoável ao seu sangue sagrado.

Assim, lá surgiu um Wittekind vindo da indignação ardente do sangue nórdico, que voltou novamente para conduzir o seu povo para a batalha contra as doutrinas do Sinai. Porque esses ensinamentos são um veneno mortal aa nosso sangue. Tu perguntas: quando é que um Wittekind não há de voltar? Ouça: Wittekind só morre com o último Homem Nórdico! Enquanto um único Ariano viver, viverá um Wittekind e o mundo não está a salvo dele!

Setenta milhões de Arianos nesta terra gloriosa são mais do que suficiente para tudo o que vem do Sinai. Os últimos remanescentes que ainda são puros ainda serão preparados quando espadas ressoarem em escudos e o som de cornetas da última grande batalha deste milênio miserável.

Nenhuma glória para aquele que ainda dormita, cujo sangue é maçante e azedo! Ele será impensadamente pisoteado pelo valente que corre para a batalha por todas as ruas de terras Arianas.

Um antigo costume entre a nossa estirpe se manteve vivo até os dias de hoje na maioria das partes das nossas Terras do Norte. Houve um tempo em que parecia que essa prática, que nos foi transmitida por nossos ancestrais, morreria. Mas foi revivido e o tempo está à mão quando todas as nossas grandes e belas pessoas voltarão a reconhecer o significado deste costume e tornarem-se saudáveis por ele.

Nossos ancestrais deram a cada criança um nome poderoso, cheio de alegria e energia vital. Na verdade, eles só emprestaram-lhe este nome. E tornou-se uma esperança que brilha para a criança, muito à frente dele no curso de sua vida.

A criança carregou este nome em sua alma como o seu tesouro mais precioso, pois era para ele tanto um objetivo como uma responsabilidade sagrada. Este nome fortaleceu a alma da criança a medida ela evoluiu para um indivíduo consciente e maduro.
Quando a criança tinha se tornava um jovem, os anciãos da tribo se reuniam para uma celebração em que decidiam se se adequava ou não o caráter desenvolvido pelo jovem ao nome que havia sido dado a ele. Se fosse decidido que o homem e o nome estavam em harmonia, em seguida, seu nome era dado a ele por toda a vida. Caso contrário, o jovem escolheria um nome adequado para si, aquele que caracterizasse sua natureza. Então, assim era que nossos ancestrais eram como seus nomes e seus nomes eram como eles. E assim o seu nome pesou como uma espada com runas esculpidas, como sua palavra e um aperto de mão, como sim ou não.

Em tempos cristãos, nossos ancestrais foram obrigados pela nova lei dos estranhos, a adotarem ainda outro nome, que foi escrito no registo da igreja, principalmente para o benefício do recenseador. As autoridades foram obrigadas a escrever em seu registro o vivo nome pagão de um homem ao lado de seu nome cristão sem personalidade, sob pena de tornar-se nada mais do que uma lista de fantasmas.

Naqueles tempos, os homens mais direitos e as mulheres mais orgulhosas brotavam da nossa raça. Eu passo para as fileiras de fotos e ler os nomes. Os mais antigos são: Helge, Fromund, Meinrad, Markward, Ran, Waltari, Eigel, Asmus, Bjoern. Nomes peculiares, não são? Eles são nomes nascidos da grande linguagem do nosso povo. Não há nada de estranho neles, nenhum som esdrúxulo. Eles soam verdadeiros para o ouvido. Estes nomes tem sabor do mar salgado, da terra pesada e frutuoso, do ar e da luz do sol e da terra natal. Percebes isso?

Uns poucos vão notar, mas bem poucos. Sua própria língua tornou-se estranha para eles e não tem mais nada a dizer a eles. Após estas primeiras gerações, nossos ancestrais começaram a nomear seus filhos Gottlieb, Christian, Farchgott, Leberecht, Christoph (que querem dizer: amor de deus, adorador de cristo, temente a deus, íntegro, portador de cristo)… Ainda mais tarde, veio a nomes como Paulus, Johannes, Petrus, Christophorus, Korbinianus, Stephanus, Karolus. Por esses tempos os nossos ancestrais não tinham outros nomes. Tu sentes como algo foi quebrado nestes homens, como eles tornaram-se alienados da sua própria natureza? Tu sentes quão íngreme a escada desce?

Um destino está preso à transformação destes nomes. Não é o destino de um indivíduo ou de um clã, mas de todo um povo – o nosso Volk. Mas então, algo inesperado aconteceu. Aqueles que tinham sido nomeados “Karolus” e “Paulus” por seus pais de repente consideraram esses nomes muito irritantes, estranhos, inadequados e ridículos. E agora vem a geração que entrou na Grande Guerra. Os nomes com pequenas cruzes de ferro atrás das datas em que faleceram – uns meros 20 ou até menos anos a partir de suas datas de nascimento, leia-se: Jochen, Dieter, Asmus, Erwin, Walter. Roland, Georg… Estes são os nomes que ainda temos hoje.
E quais são os nomes dos nossos jovens, aqueles que carregam seus nomes para o terceiro milênio depois do tempo da auta-piedade Nórdica? Gerhardt, Hartmut, Dietrich, Ingo, Dagwin, Guenther, Hellmut, Gernot, Dagmar, Ingeborg, Helga… A Grande Guerra que fez isso? Os nomes contam a história.

Alguns homens usam vestes sacerdotais. Mas o pintor deu-nos uma pista. E quem é capaz de encontrar esta pista pode ver quão pouco ou muito o forte coração do homem é obscurecido pela sombra das batas negras que ele veste. As pinturas são retratos do busto, no entanto, em um deles, o artista mostra uma mão. É uma mão forte e musculosa, do tipo que poderia dirigir um navio no meio de uma tempestade.

O livro preto na mão parece um brinquedo fútil. Essa mão não “abençoa o inimigo”, mas o esmaga. Seu nome é Frith. Esse é um nome estranho para um padre. “Frith” significa “o que rouba a paz”. Outro retrato mostra um homem com cabelos grisalhos ao vento. Ele tem um nariz aquilino e em seus olhos se percebe visão ilimitada. Será que Ran realmente abaixa a cabeça em remorso, arrependimento e a humildade? Será que ele realmente despreza o mundo e coloca sua confiança em um poder alheio ao seu?

Eu sei por que o destino determinou que esses homens devessem usar as vestes negras, se não fosse por eles, haveria muito menos pagãos hoje no Norte. Sem eles, não haveria muitos mais que teriam trocado a sua própria imagem de Deus por uma imagem alienada e teriam se cansado de sua própria força e do mundo, e muitos mais teriam sido seduzidos pela doutrina alienígena para se tornarem seus escravos e esquecerem seu próprio sangue.

Eles são os verdadeiros santos, pois eles têm preservado saudáveis seu eu interior, apesar das batas sacerdotais. Eles combateram o inimigo com sua própria arma. Pessoas os chamaram de PAGÃOS. Alguns eram tão orgulhosos deste título que incorporaram este em seus nomes, como poder vestir uma jóia preciosa. Porque o pagão é aquele que permanece fiel a si mesmo e sua espécie, cujo sangue corre puro nas veias. E esse sangue puro considera o mundo nem com desprezo odioso do Sinai nem os joelhos fracos de Nazaré. Ele tem Divindade, pura, clara e bela em seu fluxo vermelho, enquanto a raça aguenta. Nenhum desses homens jamais “buscou a deus”. Não se busca aquilo que já habita sua própria alma.

Nenhum desses homens já se partiu com dúvidas sobre o Divino. Somente aquele que trai a Divindade em si mesmo e oferece sua alma a um deus alienado conhece tal dúvida. A dúvida é eterna onde há o alienado e, assim, o eterno desconhecido.

O cristão é um eterno duvidoso.

Pode alguém ser leal se for desleal para si mesma? Pode alguém ser grande, se for consumida com o desejo de “voltar ao pó”? Pode alguém ser forte se amar a fraqueza? Pode alguém ser orgulhosa se vagueia perto da humildade? Pode alguém ser pura se considera a si mesma nascido em pecado? Pode alguém ser feliz neste mundo se despreza o mundo? E pode um homem carregar o Criador em sua alma se despreza a criação divina?

Que deus estranho têm esses cristãos, que te criou na vertical, mas que te manda rastejar até ele de joelhos!

Nós pagãos não “pedimos” ao nosso Criador, seria um insulto à Divindade em nossas almas.

Nem nós pagãos vamos ao Criador para “clamar”. Nós não anunciamos nossas falhas para o mundo e muito menos ao Criador. Procuramos superar nossas falhas e crescer.

Nosso caminho não é o do clamor, mas da raiva – e antes de tudo, raiva contra nós mesmos. Nem nos arrependemos, nós pagãos, porque não podemos ser covardes, temos coragem de nos defender por nossos atos.

Por que os cristãos fizeram o nome de “pagão” um insulto? Tu não deves vender tua mesquinhez nas ruas, pois isso permite que as pessoas vejam que o amor a qual tu és obrigado a exibir está ligado com ódio, e que o perdão na sua religião exige de estejas sobrecarregado com teu desejo de vingança. Só o invejoso joga com insultos. Vemos sua inveja e nos envergonhamos por ti, uma vez que muitos de vós ainda são nossos irmãos de sangue.

Houve um tempo em que era uma desgraça ser um cristão. Mas depois começaste a conquistar as massas e assim foste capaz de virar a mesa e fazer a virtude de uma desgraça. Então tu nos rotulado os “estranhos” e nos chamou pagãos. Mantivemo-nos “estranhos”, apesar de seus insultos. Nós nunca seremos uma massa ou um rebanho. Tu sabes que existem também muitos entre vós que são “estranhos” como nós? Por que não jogas fora esses trapos do mendigo que cobre as vestes nobres da tua masculinidade?

Tens vergonha de ser “estranho”? Com medo de ser chamado de pagão? Quando vós, cristãos, terminarem de enterrar esse seu deus no céu, venham até nós, nós pagãos te mostraremos novamente o Criador. E não pense que se acertamos as contas convosco, cristãos. Nós medimos em silêncio, mas não medimos com falsas medidas.

Nós não enganamos o Deus em nós, uma vez que não enganamos a nós mesmos. E como já medimos justamente, então calculamos, de modo que seriamos contados com justiça por Deus para nossas almas. Tu vês, nós não nos arrependermos, já que não temos nada do que se arrepender. Nosso valor não falta nada. Temos mantido e preservado todo o nosso valor. E agora tu medes! E quando tiveres pesado, calculado e avaliado, pergunte ao seu espírito de inveja o quanto tu perdeste. Aquele que não perdeu nada de seu valor não tem inveja nem ódio para nós pagãos.

O homem pequeno odeia tudo o que é superior a ele, enquanto o grande homem admira. O homem pequeno se compadece do que estiver debaixo dele, enquanto o grande homem despreza se este merecer seu desprezo, ou ele irá ajudar. Lá em seu berço está meu filho, chegando, chegando alegremente para os retratos de seus ancestrais na parede.

Este pequenino e risonho pacote de vida é o próximo passo do futuro da minha raça. Eu fui o último passo. Ele é o seguinte. E atrás de mim eu vejo o caminho da minha raça passando de volta através dos milênios distantes até que seja esmaecido pela névoa do tempo, porque as gerações que vieram antes do mais antigo na parede são também reais. Todo o caminho da minha raça com o tempo eu não conheço, mas, eu sei que eu vivo e que eu sou apenas um elo na cadeia em que nenhum dos elos deve falhar, desde que meu povo viva. Caso contrário, eu nunca teria. Por gerações, um livro de pergaminho foi transmitido através de nossa família. Eu o abri e inscrevi uma página amarelada para o meu filho: “Sua vida não é a de hoje e não é de amanhã. Trata-se dos mil anos que vieram antes de ti e os mil anos para vir depois. Durante os mil anos antes de ti, teu sangue foi puramente preservado, de modo que tu és quem tu és. Agora, tu deves preservar o teu sangue, de modo que todas as gerações dos próximos mil anos vão honrá-lo e agradecê-lo.”

Esse é o sentido da vida, que a divindade desperta no sangue. Mas só em sangue puro isso vive!

De quem tenho falado? Dos meus ancestrais? Eles são apenas um símbolo do povo da qual eu sou uma parte viva.

Para quem falei? Para o meu filho? Meu filho é apenas uma parte do meu Volk. A sabedoria de um milhar de gerações descansa em ti. Desperte-a e terás encontrado a chave que abrirá as portas de tuas mais autênticas aspirações. Apenas aquele que se estima é digno de ser homem.

Somente ele é um homem que tem o passado e futuro vivos em si mesmo, pois só ele é capaz de estar acima da hora presente. E só quem é mestre do presente é bem-sucedido, ele sozinho é realizado. Porque apenas na realização está a Divindade.

Assim diz a voz dos nossos ancestrais…

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